domingo, 7 de junho de 2026

83% dos brasileiros já deixaram de comprar produtos sustentáveis por considerarem o preço elevado, revela Serasa


Muitos brasileiros já entendem que sustentabilidade e economia doméstica caminham juntas. Um levantamento realizado pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box revela que 97% acreditam que práticas sustentáveis ajudam a economizar dinheiro. Ao mesmo tempo, os dados divulgados na semana do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, mostram que transformar essa consciência em consumo ainda é um desafio: 83% já deixaram de comprar produtos sustentáveis por considerarem o preço elevado.

A preocupação ambiental está cada vez mais presente na rotina da população. Segundo o levantamento, 83% dos brasileiros afirmam se preocupar com sustentabilidade no dia a dia e com o impacto ambiental que deixarão para as próximas gerações. A pesquisa também revela que a sustentabilidade já influencia o consumo para 85% que afirmam considerar critérios ambientais ao tomar decisões de consumo.

No entanto, apesar da crescente consciência ambiental, a acessibilidade financeira continua sendo uma barreira importante: oito em cada dez brasileiros (83%) já deixaram de comprar um produto sustentável por considerarem o preço elevado e 71% afirmam sentir culpa por isso. Além disso, 31% dizem não estar dispostos a pagar mais caro por essas opções.

“Percebemos que existe uma preocupação crescente dos consumidores em adotar hábitos mais conscientes e alinhados à preservação ambiental", afirma Aline Vieira, especialista da Serasa em educação financeira. "Mas, para que essas escolhas façam parte da rotina, elas precisam caber no orçamento das famílias, já que o fator financeiro ainda tem grande influência na decisão de compra."

O estudo também aponta outros obstáculos para a adoção de hábitos mais sustentáveis. A principal delas é a falta de informação, apontada por 74% dos entrevistados, enquanto 47% acreditam que algumas ações que dizem ser sustentáveis exigem mais esforço do que retorno prático.

Mesmo diante dessas dificuldades, a preocupação ambiental segue influenciando o consumo. Segundo a pesquisa, 65% dos brasileiros já deixaram de comprar algum produto por considerá-lo prejudicial ao meio ambiente.

Economia doméstica impulsiona hábitos sustentáveis

Embora a principal motivação para adoção de práticas sustentáveis ainda seja a preocupação com o planeta (51%), a economia financeira já aparece como segundo maior fator de incentivo, mencionada por 26% dos entrevistados.

Entre os 97% dos brasileiros que associam sustentabilidade à economia, 43% dizem que o impacto dessas atitudes é muito relevante no orçamento e faz diferença no fim do mês – as ações mais associadas à economia são apagar luzes e desligar aparelhos (30%) e evitar desperdício de alimentos (29%).

“Quando práticas sustentáveis também ajudam a economizar dinheiro dentro de casa, elas se tornam mais acessíveis e presentes no dia a dia das pessoas. O desafio está justamente em ampliar o acesso à informação e mostrar que pequenas mudanças de hábito podem trazer benefícios tanto para o meio ambiente quanto para o orçamento familiar”, explica a especialista.

Upcycling: oportunidade sustentável de renda extra

Além da economia que é possível ter através de hábitos mais conscientes, algumas práticas também podem contribuir para complementar a renda familiar, como o  upcycling.

Diferentemente da reciclagem tradicional, o upcycling incentiva a transformação criativa de materiais descartados em novos produtos de valor, promovendo benefícios ambientais e econômicos. Essa abordagem não apenas reduz a geração de resíduos e pode estimular a economia doméstica, a criatividade e a geração de renda.

Para apoiar quem busca economizar e aumentar a renda de maneira mais consciente, a Serasa disponibiliza, em seu hub de conteúdo Serasa Ensina, materiais com dicas de práticas sustentáveis para conquistar dinheiro extra. Os conteúdos podem ser acessados aqui ou neste link

Metodologia

Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box, ouvindo 1.369 pessoas entre os dias 13 e 25 de maio de 2026. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais.

Queda de aviões em cidades acende alerta: seguro obrigatório não cobre destruição de prédios e casas


A recente sequência de acidentes com aeronaves de pequeno e médio porte em áreas urbanas no Brasil trouxe de volta um debate urgente que vai muito além da segurança de voo: o desamparo financeiro de quem está no chão. Quando um avião ou helicóptero atinge um edifício ou uma residência, proprietários e moradores entram em um labirinto jurídico e financeiro. O motivo? O seguro obrigatório aeronáutico brasileiro, conhecido como RETA, possui tetos de indenização baixos, historicamente insuficientes para cobrir a reconstrução de imóveis e os danos causados a terceiros.

Os limites do seguro RETA são regidos pelo Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) e atualizados anualmente pelo IPCA. Contudo, por ter valores modestos, ele foi desenhado apenas como uma garantia civil básica.

De acordo com Alexandre Marroquim, diretor de Specialty/Aviation da Alper Seguros, operar uma aeronave confiando apenas na cobertura obrigatória é um risco catastrófico para o patrimônio do proprietário. "Os riscos para o proprietário referem-se principalmente à insuficiência de fundos para indenização material ou pessoal, obrigando-o a indenizar com recursos próprios, podendo colocar em risco seu patrimônio, dependendo do tipo de sinistro e pessoas envolvidas", alerta Marroquim.

O drama dos condomínios: o risco de ficar "na mão"

Quando um edifício é atingido e o dono do avião não possui uma apólice de Responsabilidade Civil (RC) complementar, a engenharia financeira para reparar o prédio se torna complexa. Segundo o especialista da Alper Seguros, sem o provisionamento adequado, o cenário se divide em duas possibilidades.

"O proprietário, mesmo não tendo o RC complementar, pode prover a reparação dos danos causados às pessoas e ao edifício através de acordos extrajudiciais. O segundo cenário — e o mais temido — seria os moradores e o condomínio arcarem inicialmente com os prejuízos para reestabelecer sua situação antes do sinistro, e pleitear na justiça que o operador da aeronave, responsável direto, arque com o ressarcimento das perdas e danos", explica o diretor. Essa segunda via pode arrastar os moradores para anos de disputas nos tribunais.

Caso a aeronave estivesse operada por terceiros no momento da queda, como uma empresa de táxi-aéreo, essa também poderá ser acionada judicialmente para garantir que o prédio seja reconstruído e as famílias, indenizadas.

O que o seguro cobre (e o que fica de fora)

O cálculo da indenização para um imóvel atingido por um desastre aéreo segue critérios rigorosos de mercado, como o valor venal do imóvel, o valor que consta no IPTU, a idade da construção e o estado de conservação antes do impacto. O objetivo principal do seguro é a reposição do bem ao estado em que se encontrava. No entanto, existem limites claros sobre o que a apólice pode pagar.

"Não há como mensurar a questão da desvalorização imobiliária, uma vez o imóvel reparado. Também não há previsão no seguro para esse tipo de indenização", esclarece Marroquim. Por outro lado, o fator humano recebe amparo: "No que se refere ao trauma psicológico, na cobertura de RC é previsto indenizar os custos com apoio psicológico dos moradores afetados", pontua.

O perigo das aeronaves antigas no espaço urbano

Um fator que agrava a segurança jurídica do espaço aéreo urbano é a dificuldade de frotas mais antigas obterem proteção completa. Enquanto muitos proprietários de aeronaves particulares contratam voluntariamente o RC complementar para garantir tranquilidade em caso de eventualidades, o cenário muda quando os aviões acumulam décadas de uso.

"Infelizmente, algumas aeronaves mais antigas, com mais de 25 anos, ficam restritas ao seguro RETA por não conseguirem aceitação por limitação das seguradoras. Em alguns casos, também, o próprio proprietário de aeronaves mais antigas opta por não contratar o seguro de RC complementar", revela Marroquim.

Como os condomínios podem se blindar?

Diante do risco invisível, a recomendação da Alper Seguros é que os próprios condomínios e residências — especialmente aqueles situados em rotas de aeroportos ou regiões com intenso tráfego de helicópteros — tomem a iniciativa de se proteger de forma independente.

"Existe o seguro patrimonial (residencial/condomínio) onde há a opção de se contratar a cobertura de queda de aeronave. Algumas seguradoras possuem essa cobertura em seu produto inclusive dentro da cláusula básica, o que traz um conforto e uma segurança jurídica imediata ao condomínio ou às residências, caso o causador do dano não tenha a cobertura suficiente", finaliza Alexandre Marroquim.

Alzheimer além dos mitos: o que os avanços da ciência ajudam a esclarecer sobre a doença


Um estudo internacional conduzido por pesquisadores da Espanha, do Reino Unido e da China reacendeu as discussões sobre o futuro do tratamento do Alzheimer ao demonstrar, em modelo animal, a redução acelerada de marcadores associados à doença por meio de nanopartículas bioativas. Embora ainda distante da aplicação em humanos, a descoberta reforça um movimento que vem transformando a forma como a ciência compreende o Alzheimer e amplia o debate sobre diagnóstico precoce, qualidade de vida e novas possibilidades terapêuticas.

O tema ganha relevância em um cenário em que o Brasil convive com o avanço expressivo dos casos. Dados do Ministério da Saúde apontam que cerca de 1,8 milhão de brasileiros com mais de 60 anos vivem atualmente com algum tipo de demência, sendo o Alzheimer a forma mais comum. A estimativa é que esse número mais do que triplique até 2050.

Apesar do aumento da incidência e da maior visibilidade do tema, a doença ainda é cercada por desinformação, especialmente em relação aos primeiros sintomas, à progressão do quadro e à convivência familiar. Para a neurologista Sonia Maria Brucki, Coordenadora do Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento - GNCC (HCFMUSP) e membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), parte do desafio ainda está na dificuldade das pessoas em reconhecer os sinais iniciais e procurar avaliação médica no momento adequado.

Segundo ela, existe uma tendência de associar todo esquecimento ao Alzheimer ou, ao contrário, minimizar sintomas importantes como algo natural do envelhecimento, o que pode até mesmo atrasar o diagnóstico e o início do acompanhamento médico.

“Hoje já sabemos que identificar a doença precocemente faz diferença para o planejamento do cuidado, para a qualidade de vida e para o acesso às terapias disponíveis”, explica a especialista.

A seguir, a Dra. Sonia Maria Brucki esclarece alguns dos principais mitos sobre o Alzheimer:

Esquecer nomes de vez em quando já indica Alzheimer

MITO. Pequenos esquecimentos podem fazer parte do envelhecimento natural. O sinal de alerta aparece quando as falhas de memória passam a comprometer atividades cotidianas, segurança, autonomia ou capacidade de orientação.

Pessoas com Alzheimer tendem a perder primeiro as memórias recentes

FATO. As regiões cerebrais mais afetadas no início da doença estão ligadas à formação de novas memórias. Por isso, lembranças antigas podem permanecer preservadas por mais tempo, enquanto informações recentes se tornam mais difíceis de serem registradas ou recuperadas.

Músicas afetivas podem estimular pessoas com Alzheimer

FATO. A música pode ativar conexões emocionais e cognitivas importantes, ajudando a reduzir ansiedade, agitação e isolamento. Em muitos casos, memórias musicais permanecem preservadas mesmo em fases mais avançadas da doença.

Quem esquece fatos recentes também perde todas as memórias musicais

MITO. A memória relacionada à música costuma envolver diferentes áreas do cérebro e pode permanecer ativa por mais tempo, principalmente quando associada a experiências afetivas repetidas ao longo da vida.

Agressividade, resistência ao banho e confusão tornam impossível uma convivência saudável

MITO. Alterações de comportamento fazem parte da progressão da doença e geralmente estão associadas à desorientação, insegurança e dificuldade de comunicação. Estratégias de acolhimento, adaptação da rotina e suporte especializado podem ajudar significativamente na convivência familiar.

Corrigir constantemente o paciente ajuda na orientação

MITO. Em muitos momentos, insistir na correção pode aumentar frustração, ansiedade e agitação. O mais recomendado é acolher a pessoa, redirecionar a conversa quando necessário e priorizar situações de conforto e segurança emocional.

Já para a Dra. Bruna Antinori, Líder da área terapêutica em Alzheimer da Biogen, o avanço das pesquisas também vem mudando a perspectiva sobre o tratamento da doença. “Durante muitos anos, o cuidado esteve concentrado apenas no controle dos sintomas. Hoje, no entanto, a ciência já avança no desenvolvimento de terapias direcionadas aos mecanismos biológicos da Doença de Alzheimer, o que representa uma mudança importante na forma de abordar a doença”, afirma.

Nos últimos anos, novos tratamentos passaram a atuar diretamente sobre proteínas associadas à progressão do Alzheimer em estágio inicial, ampliando as possibilidades terapêuticas para pacientes elegíveis. Especialistas reforçam, no entanto, que o diagnóstico precoce continua sendo um dos fatores mais importantes para definição do acompanhamento e das estratégias de cuidado.

Diante de sinais persistentes de perda de memória, alterações cognitivas ou mudanças comportamentais, a orientação é buscar avaliação com neurologista ou geriatra. Entidades como a ABRAz também oferecem suporte, informação e acolhimento para familiares e cuidadores em diferentes regiões do país.

Maior montanha-russa de lançamento da América Latina inicia testes no Cacau Park, em Itu (SP)


A Ghost Rider, que será a maior e mais rápida montanha-russa de lançamento da América Latina, iniciou sua fase de testes operacionais. A nova etapa marca um importante avanço na construção do Cacau Park, parque temático da Cacau Show que será inaugurado em 2027, em Itu, no interior de São Paulo.

Desenvolvida pela fabricante holandesa Vekoma, uma das líderes mundiais em atrações de alta performance, a Ghost Rider possui 55 metros de altura, alcança velocidade máxima de 120 km/h e já teve sua estrutura metálica e trilhos concluídos. Agora, a atração passa por uma série de avaliações técnicas conduzidas por equipes especializadas e engenheiros internacionais.

Nesta etapa, os testes são realizados em velocidades reduzidas e sem passageiros. O objetivo é calibrar os sistemas da atração, validar o funcionamento dos equipamentos e permitir a adaptação gradual entre rodas, trilhos e componentes mecânicos. Ao longo dos próximos meses, as avaliações serão intensificadas progressivamente até que a montanha-russa alcance suas condições operacionais completas.

O processo é fundamental para validar todos os sistemas da atração, incluindo aceleração, frenagem, estabilidade e segurança operacional em diferentes condições de funcionamento.

"A Ghost Rider representa exatamente o que queremos entregar com o Cacau Park: uma experiência de padrão internacional, capaz de surpreender e emocionar nossos visitantes. Iniciar os testes dessa atração é um momento muito importante para o projeto e mostra que estamos avançando de forma consistente rumo à inauguração", afirma Alê Costa, fundador e CEO da Cacau Show.

Com investimento estimado em R$ 2 bilhões, o Cacau Park está sendo construído em uma área de aproximadamente 7 milhões de metros quadrados e contará com mais de 70 atrações, incluindo 52 brinquedos, além de shopping a céu aberto e dois hotéis com 1.330 quartos. O complexo foi concebido para receber até 50 mil visitantes por dia e tem expectativa de atrair cerca de 3 milhões de pessoas por ano.

Dividido em cinco áreas temáticas inspiradas no universo do cacau, Fantástica Floresta do Cacau, Aventura Maia, Vila laCreme, Fábrica Show e Terra dos Sonhos, o empreendimento deve consolidar o interior paulista como um importante destino turístico nacional e internacional, além de gerar cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Torcida no bar: veja dicas de como estabelecimentos podem aproveitar os jogos para aumentar faturamento


Com a proximidade do maior campeonato de futebol do mundo, bares e restaurantes em todo o País já começam a se preparar para um dos períodos mais movimentados do calendário neste ano, principalmente entre os meses de junho e julho. Para atender os consumidores que buscam por locais para comemorar os jogos da seleção brasileira e de outros países é necessário elaborar estratégias para garantir eficiência e excelência na operação.

Atento a esse cenário, Julio Bertolucci, diretor de franquias da Água Doce Sabores do Brasil, rede de restaurantes de casual dinner, compartilha recomendações práticas para que os estabelecimentos aproveitem ao máximo a oportunidade, aliando organização operacional, experiência do cliente e aumento de faturamento.

Entre os principais pontos está o planejamento antecipado. Ajustar escalas de colaboradores conforme os horários dos jogos, reforçar o estoque de insumos e bebidas mais consumidas, além de preparar o ambiente com antecedência são ações fundamentais para evitar imprevistos. A ambientação temática, com decoração nas cores do Brasil e transmissões dos jogos em aparelhos de qualidade, também contribui para criar um clima amistoso e atrativo.

Outro fator essencial é a construção de um cardápio estratégico. Combos promocionais, porções compartilháveis e bebidas com preparo ágil ajudam a otimizar o atendimento e aumentar o tíquete médio. Além disso, investir em tecnologia, como sistemas de pedidos mais eficientes, pode reduzir filas e melhorar a experiência do consumidor.

A comunicação estratégica também desempenha um papel decisivo. Divulgar a programação dos jogos, promoções e diferenciais do estabelecimento nas redes sociais e canais digitais ajuda a atrair o público local, principalmente aqueles que atuam na região e não voltaram para casa para assistir aos jogos, e gerar engajamento antes e durante o evento, seja em família ou com os amigos.

De acordo com Julio Bertolucci, o momento é uma grande oportunidade de gerar mais fluxo e aumentar a receita do negócio, mas isso exige equilíbrio entre planejamento e experiência. “Grandes eventos são efemérides valiosas para o setor de alimentação como um todo, principalmente para o food service. Dessa forma, é essencial garantir organização e qualidade no atendimento, criando uma experiência completa para o cliente. 

Quando o consumidor se sente bem atendido e envolvido, as chances de fidelização aumentam significativamente. Ou seja, os garçons devem ser bem treinados para oferecer porções, bebidas ou quitutes desenvolvidos especialmente para tal ocasião. Além disso, a comida deve ser fresca, com insumos de qualidade e servida quente. Não pode, de forma alguma, haver quebra de estoque em dias previstos para maior movimento. E o ambiente deve ser acolhedor, para que todos sintam aquela emoção de torcerem juntos. Tudo importa durante a jornada dentro do espaço”, revela o executivo.

Com expertise de 36 anos no segmento e presença consolidada no franchising nacional, a Água Doce Sabores do Brasil é referência em oferecer um ambiente envolvente e com uma ampla oferta de porções, pratos principais, drinques autorais e outras bebidas, como a cachaça e chopes. Em uma nova fase, a marca vem reforçando seu reposicionamento de ‘Casa da Família Brasileira’ que evidencia pilares como brasilidade, tradição, história e a conexão com a cultura nacional, sem abrir da essência e do acolhimento que sempre fizeram parte da sua história.

Sobre a Água Doce:  

s restaurantes da Água Doce são destino para famílias e grupos de amigos que buscam fazer de almoços, jantares, happy hours e confraternizações variadas um momento especial de entretenimento. O cardápio é repleto de delícias da culinária brasileira servidas em fartas porções e pratos. Além do extenso menu de cachaças e drinques, a casa é reconhecida pelo melhor Escondidinho do País, presente nas versões tradicional (carne de sol), camarão, frango e bacalhau, além das versões vegetarianas de palmito e brócolis.

Explorando o conceito rústico, os restaurantes proporcionam espaço aconchegante aos clientes, com música ao vivo e espaço kids, mais conhecido como Doce Cantinho. Atualmente, são 80 unidades em seis estados. Além do conceito de restaurante completo, a rede possui dois modelos enxutos com investimentos menores: a Água Doce Express, que conta com um cardápio mais enxuto e foco em almoço e happy hour, além do tradicional jantar; e a Água Doce Delivery, focado nas entregas em domicílio e take away.   

quinta-feira, 4 de junho de 2026

TAMOIOS: Tarde Cultural promove integração, lazer e cidadania em encontro aberto à comunidade


Evento acontece no dia 4 de julho, em Unamar, com programação gratuita que reúne música, dança, bingo, roda de conversa e orientação jurídica

Moradores de Unamar e região terão a oportunidade de participar de uma tarde especial de convivência, entretenimento e troca de experiências durante a Tarde Cultural, que será realizada no sábado, 4 de julho de 2026, das 16h às 20h30, na Minas Pizza, localizada em frente ao Shopping Unapark.

Com uma programação diversificada e voltada para diferentes públicos, o evento tem como principal objetivo fortalecer os laços comunitários, promover momentos de lazer e oferecer serviços de interesse social em um ambiente acolhedor e participativo.

A iniciativa reunirá atrações culturais, atividades recreativas e espaços de diálogo, proporcionando aos participantes uma tarde de integração e aprendizado. Entre os destaques da programação estão o tradicional baile com música ao vivo, bingo com premiações, roda de conversa para compartilhamento de experiências e orientação jurídica gratuita com profissionais especializados.

Segundo a organização, a proposta é criar um ambiente onde a cultura, a cidadania e o convívio social caminhem juntos, valorizando a participação popular e incentivando a construção de uma comunidade cada vez mais unida.

“O evento foi pensado para oferecer entretenimento, informação e acolhimento. Queremos proporcionar um momento agradável para famílias, amigos e moradores da região, estimulando a convivência e fortalecendo os vínculos comunitários”, destaca a organização.

Além das atividades culturais e recreativas, a presença de profissionais da área jurídica permitirá que os participantes esclareçam dúvidas sobre direitos, documentação, relações de consumo, questões familiares e outros temas de interesse cotidiano.

Programação

  • Dançante – Música ao vivo e muita animação;
  • Bingo – Diversão e distribuição de prêmios;
  • Roda de Conversa – Espaço para troca de ideias, experiências e fortalecimento de conexões;
  • Orientação Jurídica – Atendimento e esclarecimento de dúvidas com profissionais da área.

A expectativa é reunir moradores de diferentes bairros da região em uma programação que alia cultura, lazer, cidadania e participação social.

Evento: Tarde Cultural

Data: 4 de julho de 2026 (sábado)
Horário: 16h às 20h30
Local: Minas Pizza (em frente ao Shopping Unapark)
Entrada: Gratuita

A organização convida toda a população a participar e compartilhar esse momento de celebração, convivência e valorização da cultura local. “Traga sua alegria e venha participar” é o convite para uma tarde que promete reunir diversão, conhecimento e boas conexões em um só lugar.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Aos 18 anos, Lamine Yamal supera Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar em valor de mercado com a mesma idade


A ascensão meteórica de Lamine Yamal dentro de campo agora também se reflete fora dele. Isso porque, de acordo com a Football Benchmark, o preço do craque espanhol, de apenas 18 anos, está estipulado em 290 milhões de euros (R$ 1,7 bilhão), um montante muito maior se compararmos ao auge de nomes mais valorizados e vencedores das últimas décadas como Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar.

O número chama atenção principalmente pela diferença entre o currículo do jovem espanhol e o dos craques que marcaram as últimas décadas. Até o momento, Yamal acumula conquistas como Campeonato Espanhol, Copa do Rei, Supercopa da Espanha e Eurocopa. Já os ídolos que dominaram o futebol mundial chegaram aos seus respectivos auges após colecionarem títulos de expressão internacional.

Cristiano Ronaldo, por exemplo, alcançou seu maior valor de mercado durante sua passagem pelo Real Madrid, período em que já havia conquistado cinco Bolas de Ouro, quatro títulos da Liga dos Campeões e quatro Mundiais de Clubes. Ainda assim, seu valor máximo foi estimado em 120 milhões de euros (R$ 709 milhões na cotação atual).

Lionel Messi, que liderou uma das eras mais vitoriosas da história do Barcelona, chegou ao pico de 180 milhões de euros (cerca de R$ 1,06 bilhão). Naquele momento, o argentino já possuía seis Bolas de Ouro, quatro títulos da Liga dos Campeões, três Mundiais de Clubes e uma extensa coleção de troféus nacionais.

Entre os brasileiros, Neymar registrou o maior valor ao ser transferido do Barcelona para o Paris Saint-Germain em 2017. A negociação de 222 milhões de euros (aproximadamente R$ 1,3 bilhão na cotação atual) permanece como a maior transferência da história do futebol. Antes disso, o atacante já havia conquistado títulos como Liga dos Campeões, Mundial de Clubes e Copa Libertadores.

Segundo Cláudio Fiorito, CEO da P&P Sport Management, agência responsável pela gestão de carreira de diversos atletas ao redor do mundo, isso tudo deve-se à mudança que o mercado do futebol tem enfrentado. “Isso é o reflexo do futebol atual. Números cada vez maiores tendo em vista a mudança no mercado com patrocínios e receitas mais elevadas. O alto valor do Yamal fala mais sobre a projeção de carreira que ele tem com tudo que ele já joga e já representa aos 18 anos de idade do que sobre tudo que ele já conquistou”.

Às vésperas da Copa do Mundo, após sofrer uma lesão no bíceps femoral da coxa esquerda e desfalcar a reta final da temporada do Barcelona,  a condição física de Yamal chegou a gerar preocupação na seleção espanhola. No entanto, a comissão técnica demonstrou confiança em sua recuperação e trabalha para contar com o atacante desde a estreia diante de Cabo Verde.

"O calendário tem, sim, uma parcela importante de responsabilidade no aumento do número de lesões ao longo da temporada. As lesões no futebol são multifatoriais, mas o excesso de jogos pesa bastante, não apenas pela exigência física das partidas, mas também pelo aumento das viagens e pela redução do tempo de recuperação. No caso de jogadores que chegam muito jovens ao profissional, como Estêvão e Rodrygo, essa exposição começa cedo e amplia os fatores de risco. Estudos já demonstram que calendários congestionados podem provocar queda de desempenho e elevar a probabilidade de lesões, o que cria um grande desafio para os departamentos de saúde e performance dos clubes na gestão da carga e na prevenção de problemas físicos ao longo da temporada", explica Ítalo Silva, especialista pela Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física (Sonafe Brasil).

Aos 18 anos, Yamal chega ao Mundial não apenas como uma das principais referências técnicas da Espanha, mas também como o jogador mais valioso do planeta, símbolo de uma nova geração que já movimenta cifras inéditas no futebol internacional.