quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Marco Figueiredo defende a ampliação da rede de atendimento ao idoso e alerta para os desafios do envelhecimento da população


Pré-candidato a deputado estadual afirma que o Estado do Rio precisa se preparar para uma nova realidade demográfica, investindo em prevenção, atendimento especializado e políticas públicas voltadas à terceira idade

O aumento da expectativa de vida dos brasileiros vem transformando a realidade social do país e impondo novos desafios à gestão pública. No Estado do Rio de Janeiro, onde o número de idosos cresce ano após ano, especialistas apontam que será cada vez mais necessário ampliar os investimentos em saúde, assistência social, mobilidade, acessibilidade e políticas de envelhecimento ativo.

Para o pré-candidato a deputado estadual Marco Figueiredo, o tema precisa ocupar posição de destaque na agenda pública dos próximos anos.

Segundo ele, preparar o Estado para atender uma população cada vez mais longeva significa garantir dignidade, autonomia e qualidade de vida para milhares de famílias fluminenses.

"Envelhecer é uma conquista da sociedade. O papel do poder público é criar condições para que essa fase da vida seja vivida com saúde, respeito, segurança e participação social", afirma Marco Figueiredo.

Um novo perfil da população fluminense

O envelhecimento da população deixou de ser uma projeção para se tornar uma realidade.

O crescimento do número de idosos exige que os serviços públicos acompanhem essa transformação, oferecendo estruturas capazes de atender às demandas específicas dessa faixa etária.

Marco destaca que esse planejamento deve envolver diversas áreas, mas a saúde continua sendo uma das principais preocupações.

"O idoso precisa de acompanhamento contínuo. Muitas vezes convive com doenças crônicas que exigem consultas periódicas, exames, medicamentos e uma rede preparada para oferecer esse atendimento de forma humanizada."

Prevenção e acompanhamento permanente

Na avaliação de Marco Figueiredo, uma política pública voltada à terceira idade deve priorizar a prevenção.

Ele defende o fortalecimento dos programas de acompanhamento médico regular, vacinação, diagnóstico precoce, fisioterapia, reabilitação e promoção da saúde.

"O investimento em prevenção proporciona mais qualidade de vida para os idosos e reduz a necessidade de internações, beneficiando todo o sistema público de saúde."

O pré-candidato também considera importante ampliar ações voltadas à prática de atividades físicas, alimentação saudável e combate ao isolamento social, fatores reconhecidos como essenciais para o envelhecimento saudável.

Atendimento especializado mais próximo

Outro ponto defendido por Marco é a ampliação da oferta de serviços especializados voltados à população idosa.

Segundo ele, muitos municípios ainda enfrentam dificuldades para oferecer atendimento em áreas como geriatria, fisioterapia, neurologia, cardiologia e reabilitação.

"Precisamos fortalecer a rede de atendimento para que o idoso encontre assistência perto de casa. Isso reduz deslocamentos, facilita o acompanhamento e oferece mais tranquilidade às famílias."

Marco também ressalta a importância da integração entre Estado e municípios para ampliar a capacidade de atendimento e garantir maior eficiência na utilização dos recursos públicos.

Muito além da saúde

Para Marco Figueiredo, discutir políticas para a terceira idade significa olhar para diferentes aspectos da vida cotidiana.

Acessibilidade urbana, transporte público adequado, espaços de convivência, atividades culturais, esporte, lazer e inclusão digital também fazem parte da construção de uma sociedade preparada para envelhecer.

"O idoso não precisa apenas de atendimento médico. Precisa continuar participando da vida comunitária, mantendo sua autonomia e exercendo plenamente sua cidadania."

Segundo ele, políticas públicas voltadas ao envelhecimento devem estimular o protagonismo da pessoa idosa e reconhecer sua contribuição para a sociedade.

Uma pauta para as próximas décadas

Marco acredita que o envelhecimento da população será um dos grandes desafios da administração pública nas próximas décadas.

Por isso, defende que o tema seja tratado de forma estratégica, com planejamento de longo prazo e integração entre diferentes áreas do governo.

"O Estado precisa estar preparado para essa realidade. Investir hoje em políticas para a terceira idade significa construir um futuro mais digno para milhões de fluminenses."

Ao defender a ampliação da rede de atendimento ao idoso, Marco Figueiredo afirma que o debate vai além da saúde. Para ele, trata-se de construir políticas públicas capazes de assegurar respeito, autonomia e qualidade de vida a uma parcela da população que cresce de forma consistente e que merece atenção permanente do poder público.

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