sábado, 31 de outubro de 2026

Moraes autoriza transferência de Bacellar para o Rio e determina soltura de desembargador no caso TH Joias


Ex-presidente da Alerj continuará preso preventivamente; Macário Ramos Júdice Neto deverá cumprir medidas cautelares, incluindo tornozeleira eletrônica e apreensão do passaporte.

Por Redação Papo de Nível

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a transferência de Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, para uma unidade prisional fluminense. Na mesma decisão, tomada na sexta-feira (30), determinou a soltura do desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto mediante medidas cautelares, segundo reportagens publicadas neste sábado (31).

Bacellar permanece preso preventivamente. A mudança autorizada diz respeito ao local de custódia e não revoga sua prisão nem representa absolvição.

Secretaria organiza a transferência

A Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) confirmou ao jornal O Dia que foi comunicada oficialmente da determinação. Segundo a pasta, há tratativas com a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) para viabilizar o deslocamento de Bacellar para o sistema prisional do Rio.

O R7 informou que a unidade de destino ainda não havia sido definida. A autorização judicial, portanto, não deve ser confundida com a confirmação de que a transferência já ocorreu.

Soltura com monitoramento eletrônico

No caso de Macário, a prisão preventiva foi substituída por medidas cautelares. Entre as condições divulgadas estão o uso de tornozeleira eletrônica e a apreensão do passaporte. O desembargador estava preso desde 16 de dezembro de 2025.

A decisão permite que ele responda ao processo fora da prisão, sujeito às restrições estabelecidas pelo STF. Conforme o R7, TH Joias continua preso, sem alteração de sua situação nessa decisão.

Acusação envolve suposto vazamento de operação da PF

O caso trata do possível repasse de informações sigilosas sobre uma ação da Polícia Federal contra TH Joias. De acordo com a acusação relatada pelas fontes, Macário teria transmitido detalhes da operação a Bacellar, que teria avisado o então parlamentar. As condutas atribuídas aos envolvidos permanecem sujeitas à análise judicial.

Em nota publicada em agosto sobre uma decisão anterior, o próprio STF informou que a Procuradoria-Geral da República havia denunciado Macário, Bacellar e outras pessoas por fatos relacionados ao vazamento. Segundo a acusação, a divulgação antecipada de medidas comprometeu a Operação Zargun, voltada à apuração de um esquema envolvendo agentes públicos e integrantes do Comando Vermelho.

Defesa contesta as acusações

Macário nega participação no suposto vazamento e sustenta que não há provas de seu envolvimento, conforme o R7. Em pedido anterior descrito pelo STF, sua defesa argumentou que as provas já estavam preservadas e que o afastamento do cargo afastaria riscos de repetição do delito ou de fuga. Esses argumentos foram apresentados pelos advogados no contexto da discussão sobre a prisão preventiva.

As medidas anunciadas agora alteram as condições de custódia dos envolvidos. A transferência de Bacellar e a liberdade de Macário sob cautelares não constituem julgamento definitivo das acusações.

A decisão de Janones no canal ‘Exército do Lula’ que pode ter mobilizado indecisos


Tido como peça-chave na reviravolta da comunicação digital da campanha do segundo turno da eleição presidencial, o canal “Exército do Lula”, comandado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) no WhatsApp, levou a esquerda a, pela primeira vez, superar a direita na mobilização nas redes sociais e pode ter sido fundamental para atrair votos de eleitores que estavam indecisos.

O cofundador da consultoria Palver Luis Fakhouri avalia que uma das decisões mais importantes do “general” da guerrilha digital foi investir em conteúdos para cada um dos “soldados” distribuir para seus próprios contatos no WhatsApp, com mensagens apelando para que essas pessoas, por sua vez, fizessem o mesmo, criando ondas de massificação que conseguiram furar a bolha da esquerda.

Quando a estratégia de Janones e as “missões” dadas aos militantes estavam mais dedicadas ao Instagram, a tendência era que o alcance ficasse limitado. “Mudando essa estratégia para o WhatsApp, você tem uma capacidade de atingir mais pessoas, principalmente as pessoas que estavam indecisas, que não estavam se informando tanto sobre política. Então, pode ter sido uma estratégia fundamental”, afirma Fakhouri.

Um dos principais exemplos observados pelo executivo da Palver na campanha do segundo turno foi a resposta de Lula no debate da Globo depois de Flávio Bolsonaro se referir a ele pejorativamente como “nove dedos”. O petista disse que seu adversário havia falado “uma grande asneira”, centrando o revide na defesa de trabalhadores submetidos a jornadas exaustivas pelos patrões e na história de seu próprio acidente, que provocou a amputação do dedo mínimo de sua mão esquerda.

A cena pegou especialmente mal para o senador do PL, que ainda foi acusado de etarismo em outros momentos por caçoar da voz de seu adversário. Lula disputou a eleição aos 80 anos e completou 81 na última terça-feira, 27.

“Isso mexe com muitas pessoas que têm alguma deficiência ou que têm um parente com deficiência. Acaba provocando um sentimento de compaixão com a pessoa que está numa posição de maior fragilidade — no caso, o Lula, porque quem estava atacando era o Flávio. A depender do conteúdo que foi disseminado, você aumenta a capacidade de esse conteúdo inspirar as pessoas, emocionar as pessoas e, de fato, produzir uma mudança no voto delas. Ou, às vezes, a pessoa não iria votar e passa a ir votar exatamente porque acredita que o outro candidato, autor do ataque, não seria adequado”, afirma Fakhouri.

Fonte: Revista Veja

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

“Quem não deve, não teme”: Lula anuncia autorização para abrir sigilos e desafia Flávio Bolsonaro

Presidente afirma que entregará documento ao TSE nesta terça-feira (20), incluindo os cinco filhos, e cobra a mesma iniciativa do adversário, de seus familiares e de suas empresas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou nesta segunda-feira (19), em Porto Alegre, que entregará ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma autorização para abertura dos sigilos bancário e telefônico dele e de seus cinco filhos. A entrega foi anunciada para terça-feira (20), acompanhada de um desafio para que Flávio Bolsonaro (PL) adote a mesma medida.

A declaração ocorre um dia depois do debate presidencial da Band, no qual os dois candidatos trocaram acusações. Lula defendeu que informações sobre os presidenciáveis e suas famílias sejam submetidas à avaliação das autoridades antes da votação do segundo turno.

Na mensagem que acompanha o vídeo de campanha, Lula estendeu o desafio às empresas e aos familiares do adversário. “O Brasil merece transparência. Na hora de votar, é preciso saber quem está do outro lado”, afirma a legenda.

O presidente apresentou a iniciativa como uma resposta às acusações dirigidas a ele e à sua família durante a disputa eleitoral. Segundo Lula, a inclusão dos cinco filhos busca permitir o esclarecimento de questionamentos que, em sua avaliação, reaparecem a cada campanha.

No vídeo, Lula aparece diante de jornalistas, com um documento nas mãos e ao lado de apoiadores. O material é identificado como propaganda eleitoral da coligação Brasil pronto pra mais.

Em uma manifestação anterior nas redes sociais, nesta mesma segunda-feira, Lula havia condicionado a abertura dos sigilos à reciprocidade de Flávio. Na declaração em Porto Alegre, afirmou que encaminhará a autorização na expectativa de que o adversário apresente a própria.

Durante o debate de domingo (18), Flávio Bolsonaro respondeu que não tem “absolutamente nada a esconder”. Entretanto, não confirmou, naquela ocasião, se aceitaria a abertura dos sigilos nos termos propostos por Lula.

O tema passou a integrar o confronto entre as campanhas na semana que antecede o segundo turno presidencial, marcado para 25 de outubro. A proposta envolve a apresentação de autorizações às autoridades e a cobrança de transparência entre os adversários.

Até esta atualização, em 19 de outubro, a entrega anunciada por Lula estava prevista para o dia seguinte. O anúncio de uma autorização não comprova, por si só, que os registros bancários ou telefônicos já tenham sido disponibilizados ao público.

Vídeo e legenda: divulgação de campanha / Coligação Brasil pronto pra mais. Texto elaborado a partir do material enviado e de informações consultadas em 19/10/2026.

Fontes:

Zanin pede informações ao TSE em ação do PSD por segundo turno entre Ruas e Paes no RJ


Partido contesta a exclusão dos 274.411 votos de Anthony Garotinho; pedido ainda não foi concedido, e Douglas Ruas permanece oficialmente eleito.

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresente informações na ação em que o PSD tenta restabelecer o segundo turno da eleição para governador do Rio de Janeiro entre Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD).

No despacho assinado em 16 de outubro, na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1.362, Zanin também determinou que, na sequência, sejam ouvidas a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR). O documento não concede a liminar solicitada pelo partido.

O centro da disputa é a retirada dos 274.411 votos de Anthony Garotinho (Republicanos) da base usada para calcular os percentuais dos candidatos. O TSE confirmou o indeferimento de sua candidatura e considerou nula essa votação.

Na retotalização realizada em 10 de outubro, o percentual de Ruas passou de 49,27% para 50,88% dos votos válidos. Paes passou de 42,76% para 44,16%. Em 15 de outubro, o TRE-RJ homologou o resultado por unanimidade e proclamou Ruas eleito no primeiro turno.

A mudança ocorreu porque o total de votos considerados válidos diminuiu. Os votos recebidos por Ruas permaneceram os mesmos: 4.271.199. Conforme explica o TRE-RJ, a retotalização atualiza os cálculos em consequência de decisões judiciais, sem alterar a votação registrada nas urnas.

O PSD sustenta que os votos destinados a um candidato que participou da eleição com a situação judicial pendente devem continuar integrando a base de cálculo da maioria absoluta. Para a legenda, a anulação posterior não deveria eliminar o segundo turno. Essa é a tese apresentada pelo partido ao Supremo.

A legenda pede a suspensão dos efeitos da decisão do TSE e a retomada da votação em 25 de outubro. Caso isso não seja possível, solicita uma data alternativa a ser definida pela Justiça Eleitoral antes da diplomação.

A controvérsia já havia chegado ao STF em outro pedido, apresentado pela coligação de Paes. Em 8 de outubro, Zanin rejeitou aquela solicitação por questões processuais, apontando que ainda havia possibilidade de recurso no TSE e que não fora apresentado o recurso extraordinário necessário.

Até esta atualização, em 19 de outubro, não havia decisão concedendo o pedido do PSD. A solicitação de informações não restabelece, por si só, o segundo turno. Douglas Ruas continua oficialmente proclamado governador eleito.

Informações iniciais: @digleisonsilva / É Do Rio. Atualização com documentos e informações do STF e do TRE-RJ.

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Pressão alta pode não dar sintomas: sentir-se bem não garante que esteja tudo certo


Hipertensão pode passar despercebida e aumentar o risco de AVC, infarto e problemas renais. Medição regular e acompanhamento ajudam a identificar e controlar a doença.

Trabalhar, passear e seguir a rotina sem sentir desconforto não significa que a pressão arterial esteja controlada. A hipertensão geralmente não provoca sintomas, o que torna a medição da pressão uma parte importante do cuidado com a saúde. O protocolo do Ministério da Saúde descreve a doença como uma elevação persistente da pressão, frequentemente silenciosa.

A dimensão desse desconhecimento chama atenção: segundo a Organização Mundial da Saúde, aproximadamente 44% dos adultos de 30 a 79 anos com hipertensão no mundo não sabem que têm a condição. A estimativa se refere a 2024.

Esperar por dor de cabeça, tontura ou mal-estar para verificar a pressão pode atrasar sua identificação. Esses sintomas não são um método confiável de diagnóstico. A pressão alta é um dos principais fatores de risco para AVC, infarto e insuficiência renal e cardíaca.

A medição precisa ser feita corretamente e interpretada por um profissional. Uma leitura isolada não deve ser usada, por conta própria, para concluir um diagnóstico ou alterar medicamentos. Conforme a situação, podem ser necessárias avaliações repetidas e monitoramento fora do consultório.

O protocolo do Ministério da Saúde recomenda rastreamento anual em adultos. Quem já tem hipertensão ou apresenta fatores de risco pode precisar de acompanhamento mais frequente, definido pela equipe de saúde. Uma Unidade Básica de Saúde é um ponto de acesso para essa avaliação.

O controle envolve hábitos e, quando indicado, medicamentos. Reduzir o excesso de sal, manter atividade física, evitar o tabagismo e adotar uma alimentação equilibrada ajudam. Mesmo com essas mudanças, algumas pessoas continuam precisando de tratamento medicamentoso.

Para quem já usa remédios, sentir-se bem não é motivo para abandonar o tratamento. A orientação é seguir a prescrição e manter as consultas; qualquer mudança deve ser discutida com o profissional responsável.

Reserve espaço na rotina para cuidar da pressão — antes de esperar um sintoma aparecer.

AVC: sintomas que desaparecem em minutos também exigem socorro — entenda o alerta


Boca torta, fala enrolada e fraqueza repentina podem indicar uma emergência. Mesmo quando os sinais melhoram, a orientação é buscar atendimento imediatamente.

Uma dificuldade inesperada para falar. Um braço que perde a força. Um sorriso que fica diferente. Quando essas alterações aparecem de repente, esperar para ver se passam pode atrasar um atendimento essencial. Reconhecer sinais de acidente vascular cerebral, o AVC, ajuda a buscar socorro rapidamente.

Existe um alerta que merece atenção especial: o desaparecimento dos sintomas não significa que o perigo acabou. Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, o CDC, episódios breves podem representar um ataque isquêmico transitório, conhecido como AIT, que também exige avaliação médica imediata.

O AVC ocorre quando o fluxo de sangue para uma região do cérebro é interrompido por uma obstrução ou pelo rompimento de um vaso. É uma emergência médica, e o atendimento rápido é fundamental para reduzir danos.

Entre os sinais de alerta estão:

  • Boca torta ou queda de um lado do rosto.

  • Fraqueza repentina em um braço ou em um lado do corpo.

  • Fala enrolada ou dificuldade para compreender.

  • Alteração súbita da visão.

  • Perda repentina de equilíbrio ou coordenação.

Essas alterações podem aparecer isoladamente ou em conjunto. Não é necessário apresentar todos os sinais para precisar de avaliação urgente.

No Brasil, diante de suspeita de AVC, ligue para o SAMU, pelo número 192, e siga as orientações da equipe. O Ministério da Saúde destaca que a rapidez do atendimento aumenta as chances de sobrevivência e recuperação.

Informe quando os sintomas começaram. Esse horário ajuda os profissionais a decidir o tratamento. Evite que a própria pessoa dirija para buscar atendimento.

A prevenção também merece espaço na rotina. Controlar a pressão arterial, acompanhar diabetes e colesterol, evitar o tabagismo, manter atividade física e adotar uma alimentação equilibrada ajudam a reduzir o risco. A Organização Mundial da Saúde destaca a hipertensão como um dos principais fatores associados ao AVC.

A mensagem para compartilhar com a família é direta: sinais repentinos de AVC exigem ação, mesmo quando melhoram. Na suspeita, ligue 192.

Palavras-chave: AVC, sinais de AVC, ataque isquêmico transitório, SAMU 192, saúde, prevenção.

Copiloto planejava lançar avião contra aeroporto em Israel, afirma Procuradoria dos Emirados


Autoridades apresentam novas conclusões sobre o voo FZ1073; aeronave perdeu cerca de 4.900 metros de altitude em 30 segundos e pousou em segurança na Arábia Saudita

A Procuradoria-Geral dos Emirados Árabes Unidos afirmou nesta sexta-feira, 9 de outubro, que o copiloto do voo FZ1073, da Flydubai, pretendia tomar o controle da aeronave e lançá-la contra um terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Ben Gurion, em Israel.

O anúncio acrescenta um novo desdobramento à investigação da ocorrência de 30 de setembro, durante um voo entre Dubai e Tel Aviv. Segundo o procurador-geral Hamad Saif Al Shamsi, o suspeito, cidadão de Omã, havia iniciado a execução de um plano de atentado suicida.

Plano teria sido inspirado no 11 de Setembro

De acordo com a versão apresentada pelas autoridades dos Emirados, o copiloto teria se inspirado nos atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos.

A Reuters destacou que o comunicado representa a primeira confirmação pública, por parte da Procuradoria, dessa alegada inspiração. As informações fazem parte da investigação criminal e não de uma sentença judicial.

Descida abrupta colocou o voo em risco

Durante a ocorrência, o comandante foi atacado dentro da cabine. O avião perdeu aproximadamente 16 mil pés de altitude — cerca de 4.900 metros — em apenas 30 segundos, segundo a Reuters.

A aeronave foi estabilizada após a contenção do copiloto. Outros pilotos que estavam a bordo assumiram o controle e conduziram o pouso de emergência na Arábia Saudita.

O comunicado oficial relata que um piloto que viajaria na tripulação do voo de retorno interveio com auxílio de um tripulante de cabine e de passageiros. O suspeito foi imobilizado, e o comandante ferido recebeu ajuda. O pouso ocorreu no Aeroporto de Tabuk.

Investigação continua

Segundo a Procuradoria, o suspeito declarou ter agido sozinho durante depoimento acompanhado por advogado. As autoridades, entretanto, continuam verificando essa afirmação e apurando possíveis vínculos ou participação de outras pessoas.

A análise inclui depoimentos, gravações e relatórios técnicos. Novas conclusões poderão ser divulgadas conforme o avanço da investigação.

Além da apuração criminal conduzida pelos Emirados, a Arábia Saudita abriu uma investigação de segurança aérea, conforme reportagem da Reuters publicada em 7 de outubro.

Essa investigação tem finalidade distinta: examinar aspectos técnicos e possíveis recomendações para a segurança da aviação, enquanto a apuração criminal busca esclarecer responsabilidades pelo ataque.