Candidato a deputado estadual afirma que a integração entre Estado e municípios pode acelerar o atendimento e devolver qualidade de vida a milhares de pacientes que aguardam procedimentos na rede pública
As longas filas para consultas especializadas,
exames e cirurgias eletivas continuam entre os maiores desafios da saúde
pública no Estado do Rio de Janeiro. Em diversas regiões fluminenses, pacientes
aguardam meses — e, em alguns casos, mais de um ano — para realizar
procedimentos considerados fundamentais para o diagnóstico e o tratamento de
doenças.
Para o candidato a deputado estadual Marco
Figueiredo, enfrentar esse problema exige planejamento, integração entre os
entes públicos e a adoção de mecanismos permanentes que ampliem a capacidade de
atendimento da rede estadual de saúde.
Segundo Marco, a realização de mutirões
permanentes de exames e cirurgias, articulados em parceria com os
municípios e hospitais regionais, pode representar um passo importante para
reduzir o tempo de espera e oferecer respostas mais rápidas à população.
"Quando uma pessoa espera meses por um
exame ou por uma cirurgia, muitas vezes a doença evolui, o sofrimento aumenta e
o tratamento se torna mais complexo. A saúde precisa funcionar no tempo do
paciente", afirma Marco Figueiredo.
Uma
realidade que afeta milhares de famílias
A demora para conseguir atendimento
especializado não representa apenas um transtorno administrativo.
Para quem depende do Sistema Único de Saúde
(SUS), o atraso pode significar o agravamento de doenças, o afastamento do
trabalho, dificuldades financeiras e impactos diretos na qualidade de vida de
toda a família.
Pacientes que aguardam cirurgias
oftalmológicas, ortopédicas, gerais ou exames de alta complexidade
frequentemente enfrentam um longo período de incerteza até serem chamados para
atendimento.
Em municípios do interior, a situação pode ser
ainda mais delicada, já que muitos moradores precisam se deslocar para outras
cidades em busca de serviços especializados.
Planejamento
para ampliar a capacidade de atendimento
Marco Figueiredo defende que a redução das
filas deve ser tratada como uma política pública permanente, e não apenas como
uma ação emergencial.
Na avaliação do candidato, o Estado pode
ampliar sua capacidade de resposta por meio da integração entre hospitais
estaduais, unidades municipais e instituições conveniadas, permitindo melhor
aproveitamento da estrutura já existente.
Outra medida considerada importante é a
atualização constante das filas de espera, garantindo maior transparência e
permitindo que os gestores identifiquem prioridades e distribuam melhor a
oferta de serviços.
"O cidadão quer saber quando será
atendido. Um sistema organizado e transparente permite que a população
acompanhe sua situação e que o poder público planeje melhor os
atendimentos", destaca.
Interior
precisa receber atenção especial
Durante suas visitas a diferentes municípios,
Marco afirma ouvir relatos frequentes de moradores que enfrentam dificuldades
para conseguir atendimento especializado.
Segundo ele, reduzir as desigualdades entre a
capital e o interior deve ser uma das prioridades das políticas públicas
estaduais.
"A realidade de quem vive na Baixada
Fluminense é diferente da de quem mora na Região dos Lagos, no Norte Fluminense
ou na Região Serrana. O planejamento precisa considerar essas diferenças para
levar atendimento onde ele é mais necessário", observa.
Na avaliação do candidato, fortalecer
hospitais regionais e ampliar a oferta de procedimentos próximos da residência
dos pacientes reduz deslocamentos, diminui custos e melhora a eficiência do
sistema.
Saúde como
investimento social
Marco Figueiredo ressalta que investir na
redução das filas não significa apenas ampliar números de atendimentos.
Para ele, trata-se de devolver dignidade às
pessoas que aguardam por um diagnóstico ou por um procedimento capaz de mudar
suas vidas.
"O acesso à saúde precisa acontecer no
momento certo. Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento, maiores são as
chances de recuperação e menores os custos para o próprio sistema
público", afirma.
Ele também defende que políticas voltadas à
modernização da gestão, ao fortalecimento da regulação e ao melhor
aproveitamento da estrutura hospitalar devem caminhar ao lado dos investimentos
em equipamentos e recursos humanos.
Debate que
seguirá presente
Com o crescimento da demanda por serviços de
saúde em todo o Estado do Rio de Janeiro, Marco Figueiredo considera que a
redução das filas continuará ocupando espaço central nas discussões sobre o
futuro da rede pública.
Para o candidato, o desafio exige
planejamento de longo prazo, diálogo com os municípios e compromisso permanente
com a melhoria do atendimento oferecido à população.
"O Estado precisa construir soluções que
permaneçam funcionando independentemente das mudanças de governo. Saúde não
pode ser tratada apenas em momentos de crise. Ela precisa ser uma prioridade
permanente", conclui.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.