segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Marco Figueiredo defende mutirão permanente para reduzir filas de exames e cirurgias no Estado do Rio


Candidato a deputado estadual afirma que a integração entre Estado e municípios pode acelerar o atendimento e devolver qualidade de vida a milhares de pacientes que aguardam procedimentos na rede pública

As longas filas para consultas especializadas, exames e cirurgias eletivas continuam entre os maiores desafios da saúde pública no Estado do Rio de Janeiro. Em diversas regiões fluminenses, pacientes aguardam meses — e, em alguns casos, mais de um ano — para realizar procedimentos considerados fundamentais para o diagnóstico e o tratamento de doenças.

Para o candidato a deputado estadual Marco Figueiredo, enfrentar esse problema exige planejamento, integração entre os entes públicos e a adoção de mecanismos permanentes que ampliem a capacidade de atendimento da rede estadual de saúde.

Segundo Marco, a realização de mutirões permanentes de exames e cirurgias, articulados em parceria com os municípios e hospitais regionais, pode representar um passo importante para reduzir o tempo de espera e oferecer respostas mais rápidas à população.

"Quando uma pessoa espera meses por um exame ou por uma cirurgia, muitas vezes a doença evolui, o sofrimento aumenta e o tratamento se torna mais complexo. A saúde precisa funcionar no tempo do paciente", afirma Marco Figueiredo.

Uma realidade que afeta milhares de famílias

A demora para conseguir atendimento especializado não representa apenas um transtorno administrativo.

Para quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS), o atraso pode significar o agravamento de doenças, o afastamento do trabalho, dificuldades financeiras e impactos diretos na qualidade de vida de toda a família.

Pacientes que aguardam cirurgias oftalmológicas, ortopédicas, gerais ou exames de alta complexidade frequentemente enfrentam um longo período de incerteza até serem chamados para atendimento.

Em municípios do interior, a situação pode ser ainda mais delicada, já que muitos moradores precisam se deslocar para outras cidades em busca de serviços especializados.

Planejamento para ampliar a capacidade de atendimento

Marco Figueiredo defende que a redução das filas deve ser tratada como uma política pública permanente, e não apenas como uma ação emergencial.

Na avaliação do candidato, o Estado pode ampliar sua capacidade de resposta por meio da integração entre hospitais estaduais, unidades municipais e instituições conveniadas, permitindo melhor aproveitamento da estrutura já existente.

Outra medida considerada importante é a atualização constante das filas de espera, garantindo maior transparência e permitindo que os gestores identifiquem prioridades e distribuam melhor a oferta de serviços.

"O cidadão quer saber quando será atendido. Um sistema organizado e transparente permite que a população acompanhe sua situação e que o poder público planeje melhor os atendimentos", destaca.

Interior precisa receber atenção especial

Durante suas visitas a diferentes municípios, Marco afirma ouvir relatos frequentes de moradores que enfrentam dificuldades para conseguir atendimento especializado.

Segundo ele, reduzir as desigualdades entre a capital e o interior deve ser uma das prioridades das políticas públicas estaduais.

"A realidade de quem vive na Baixada Fluminense é diferente da de quem mora na Região dos Lagos, no Norte Fluminense ou na Região Serrana. O planejamento precisa considerar essas diferenças para levar atendimento onde ele é mais necessário", observa.

Na avaliação do candidato, fortalecer hospitais regionais e ampliar a oferta de procedimentos próximos da residência dos pacientes reduz deslocamentos, diminui custos e melhora a eficiência do sistema.

Saúde como investimento social

Marco Figueiredo ressalta que investir na redução das filas não significa apenas ampliar números de atendimentos.

Para ele, trata-se de devolver dignidade às pessoas que aguardam por um diagnóstico ou por um procedimento capaz de mudar suas vidas.

"O acesso à saúde precisa acontecer no momento certo. Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento, maiores são as chances de recuperação e menores os custos para o próprio sistema público", afirma.

Ele também defende que políticas voltadas à modernização da gestão, ao fortalecimento da regulação e ao melhor aproveitamento da estrutura hospitalar devem caminhar ao lado dos investimentos em equipamentos e recursos humanos.

Debate que seguirá presente

Com o crescimento da demanda por serviços de saúde em todo o Estado do Rio de Janeiro, Marco Figueiredo considera que a redução das filas continuará ocupando espaço central nas discussões sobre o futuro da rede pública.

Para o candidato, o desafio exige planejamento de longo prazo, diálogo com os municípios e compromisso permanente com a melhoria do atendimento oferecido à população.

"O Estado precisa construir soluções que permaneçam funcionando independentemente das mudanças de governo. Saúde não pode ser tratada apenas em momentos de crise. Ela precisa ser uma prioridade permanente", conclui.

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