Candidato a deputado estadual afirma que investir na prevenção, ampliar a estrutura das unidades de saúde e apoiar os municípios pode reduzir filas, evitar internações e melhorar a qualidade de vida da população
O fortalecimento da atenção básica é apontado
por especialistas como uma das estratégias mais eficientes para melhorar os
indicadores da saúde pública e reduzir a pressão sobre hospitais e unidades de
emergência. Para o candidato a deputado estadual Marco Figueiredo,
essa também deve ser uma das prioridades das políticas públicas voltadas à
saúde no Estado do Rio de Janeiro.
Segundo Marco, ampliar a capacidade de
atendimento das unidades básicas, fortalecer as equipes de saúde da família e
garantir maior integração entre Estado e municípios são medidas capazes de
oferecer respostas mais rápidas às necessidades da população, além de reduzir
custos para todo o sistema.
"A saúde começa perto da casa das
pessoas. Quando a atenção básica funciona bem, ela evita que problemas simples
se transformem em casos de alta complexidade. É um investimento que beneficia o
cidadão e torna o sistema mais eficiente", afirma.
A primeira
porta de entrada do SUS
É nas unidades básicas de saúde que milhões de
brasileiros realizam consultas, recebem vacinas, acompanham doenças crônicas,
fazem exames preventivos e têm acesso aos primeiros cuidados médicos.
No entanto, em muitos municípios fluminenses,
essas unidades enfrentam dificuldades relacionadas à infraestrutura,
disponibilidade de profissionais, equipamentos e oferta de serviços.
Na avaliação de Marco Figueiredo, fortalecer
essa rede significa investir na prevenção e aproximar o atendimento das
comunidades.
"O cidadão precisa encontrar respostas no
posto de saúde do seu bairro. Quando isso acontece, diminuem as filas nos
hospitais, melhora o acompanhamento dos pacientes e toda a rede passa a
funcionar de forma mais organizada."
Apoio aos
municípios
Embora a gestão da atenção básica seja
responsabilidade das prefeituras, Marco defende que o Governo do Estado pode
exercer um papel mais ativo na cooperação com os municípios.
Para ele, programas estaduais de apoio técnico
e financeiro podem contribuir para ampliar a capacidade de atendimento,
especialmente nas cidades que enfrentam maiores limitações orçamentárias.
Entre as iniciativas consideradas importantes
estão:
- modernização das unidades de saúde;
- aquisição de equipamentos;
- fortalecimento das equipes multiprofissionais;
- informatização dos prontuários;
- ampliação da oferta de exames preventivos;
- integração dos sistemas de regulação entre Estado e municípios.
Segundo Marco, o objetivo deve ser construir
uma rede mais integrada e capaz de atender a população com maior rapidez.
Prevenção
reduz sofrimento e custos
Marco Figueiredo destaca que investir na
atenção básica não significa apenas ampliar o número de consultas.
Na sua avaliação, o acompanhamento contínuo
dos pacientes permite identificar doenças ainda em estágios iniciais, reduzindo
complicações futuras e aumentando as chances de sucesso dos tratamentos.
"O melhor hospital é aquele que o cidadão
não precisa utilizar porque recebeu atendimento preventivo no momento certo. A
prevenção salva vidas, reduz o sofrimento das famílias e ainda diminui os
custos do próprio sistema de saúde."
Desigualdades
regionais precisam ser enfrentadas
Durante suas visitas pelo Estado, Marco afirma
ter constatado diferenças significativas entre os municípios em relação à
estrutura da atenção básica.
Enquanto algumas cidades possuem unidades bem
equipadas e equipes completas, outras enfrentam dificuldades para oferecer
serviços considerados essenciais.
Na opinião do candidato, reduzir essas
desigualdades deve fazer parte do planejamento estadual.
"Não podemos aceitar que o acesso à saúde
dependa do município onde a pessoa mora. O Estado precisa atuar em parceria com
as prefeituras para garantir um atendimento digno em todas as regiões."
Um sistema
mais próximo das pessoas
Marco Figueiredo acredita que fortalecer a
atenção primária também significa aproximar o poder público das necessidades da
população.
Quando o cidadão consegue resolver boa parte
de suas demandas de saúde na própria comunidade, há menos deslocamentos, maior
acompanhamento médico e mais qualidade de vida.
"Precisamos construir uma saúde que
esteja presente no dia a dia das pessoas, que acompanhe as famílias e que seja
capaz de prevenir doenças antes que elas se agravem."
Para o candidato, investir na atenção
básica representa um dos caminhos mais seguros para construir um sistema
público de saúde mais eficiente, mais humano e preparado para atender os
desafios do futuro.

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