terça-feira, 2 de junho de 2026

Renan Ferreirinha transformou a educação do Rio e surge como nome capaz de levar a revolução dos GETs para todo o Estado


Poucas políticas públicas produzidas nos últimos anos no Rio de Janeiro conseguiram combinar inovação, resultados concretos e reconhecimento nacional como os Ginásios Educacionais Tecnológicos (GETs), programa idealizado e expandido sob a liderança do então secretário municipal de Educação, Renan Ferreirinha.

A inauguração do 300º GET da cidade, em Santa Cruz, representa muito mais do que a abertura de uma nova unidade escolar. É a consolidação de um modelo educacional que reposicionou o Rio de Janeiro entre as referências nacionais em educação pública e que passou a ser visto por especialistas e gestores como uma experiência capaz de inspirar todo o país. Renan Ferreirinha deixou o comando da pasta porque é pré-candidato a deputado federal pelo PSD.

Desde que assumiu a Secretaria Municipal de Educação, Ferreirinha estabeleceu como prioridade a modernização da rede e a aproximação da escola pública com os desafios do século XXI. O resultado dessa visão estratégica pode ser medido não apenas pelo crescimento dos GETs, que já atendem mais de 125 mil estudantes, mas também pelos indicadores de desempenho da rede municipal. O Rio tornou-se a capital brasileira que mais avançou no Ideb, demonstrando que inovação pedagógica, tecnologia e educação integral podem caminhar juntas para melhorar a aprendizagem.

Reconhecido nacionalmente por sua atuação na área da educação, Renan Ferreirinha construiu sua trajetória pública defendendo que a transformação social passa necessariamente pela sala de aula. Como secretário, apostou em um modelo que rompe com a lógica tradicional do ensino e coloca os estudantes no centro do processo de aprendizagem. Agora o plano é expandir o projeto para todo o Estado do Rio de Janeiro.

Inspirados na metodologia STEAM — Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática —, os ginásios tecnológicos oferecem aos alunos uma experiência educacional baseada em projetos, experimentação e resolução de problemas reais. Em cada unidade, estudantes têm acesso a laboratórios maker, robótica, inteligência artificial, impressoras 3D, cortadoras a laser e outras ferramentas que aproximam o conhecimento da realidade contemporânea.

A iniciativa foi tão bem-sucedida que recebeu do Ministério da Educação o reconhecimento como uma das melhores experiências inspiradoras de gestão e projetos pedagógicos em ensino integral do Brasil. Mais do que uma premiação, o reconhecimento confirma que a política implementada por Ferreirinha se tornou uma referência para outras redes de ensino.

Mas os resultados alcançados na capital levantam uma questão cada vez mais presente no debate público fluminense: por que uma experiência que deu tão certo no Rio de Janeiro não poderia beneficiar também estudantes do interior do estado? Para isso, Ferreirinha caminha ao lado de Eduardo Paes, que deixou a Prefeitura do Rio para também lançar a sua pré-candidatura, nesse caso, ao Governo do Estado.

É justamente nesse contexto que ganha relevância a possibilidade de Renan Ferreirinha disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Sua eventual eleição abriria espaço para que a experiência acumulada na Secretaria Municipal de Educação se transformasse em uma plataforma de defesa da educação inovadora em todo o território fluminense.

Hoje, milhares de estudantes de municípios do interior ainda não têm acesso às mesmas oportunidades tecnológicas disponíveis nos GETs da capital. Cidades da Região dos Lagos, Norte e Noroeste Fluminense, da Baixada Litorânea, da Costa Verde, do Médio Paraíba, da Região Serrana e do Centro-Sul do estado poderiam ser beneficiadas por programas inspirados no modelo criado pela Secretaria Municipal de Educação do Rio.

Com representação em Brasília, Ferreirinha teria condições de articular recursos federais, apoiar projetos de inovação educacional, fortalecer a educação integral e construir parcerias capazes de ampliar o acesso à tecnologia nas escolas públicas de todo o estado. Trata-se de levar para o interior uma política pública que já demonstrou sua eficácia, aproximando estudantes de novas ferramentas de aprendizagem e preparando jovens para um mercado de trabalho cada vez mais tecnológico.

Ao alcançar a marca de 300 GETs e estabelecer a meta de chegar a 500 unidades até 2028, Renan Ferreirinha consolida um legado importante para a educação carioca. Mais do que números, o programa representa uma mudança de paradigma: a certeza de que a escola pública pode ser moderna, inovadora e capaz de oferecer aos alunos as mesmas oportunidades encontradas nos ambientes educacionais mais avançados.

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