segunda-feira, 8 de junho de 2026

Marco Figueiredo defende retomada do Selo de Qualidade Fluminense de Turismo


Liderança estadual conecta legado legislativo à urgência de elevar padrões turísticos na Região dos Lagos

Em 2003, Marco Figueiredo apresentou e conseguiu aprovar na Assembleia Legislativa a Lei nº 4222, que instituiu o Selo de Qualidade Fluminense de Turismo. A iniciativa buscava classificar e valorizar os serviços turísticos do estado, garantindo confiança ao visitante e fortalecendo a imagem do Rio de Janeiro como destino de excelência.

Passados 23 anos, a pauta ganha nova relevância. A Região dos Lagos recebeu mais de 3 milhões de visitantes em 2025, mas ainda enfrenta problemas estruturais fora da alta temporada: falta de qualificação de serviços, precariedade em bairros afastados e ausência de políticas que integrem turismo e desenvolvimento local. Para Marco Figueiredo, é hora de retomar e ampliar o programa, transformando o selo em instrumento real de credibilidade e geração de oportunidades.

“O turismo não pode ser só verão. Quem mora em Cabo Frio, Arraial do Cabo ou São Pedro da Aldeia sabe que a realidade fora da temporada é dura. O Selo de Qualidade é uma forma de exigir padrões, valorizar quem faz bem feito e garantir que o turismo seja motor de emprego e renda o ano inteiro”, afirmou Figueiredo.

Com cinco mandatos consecutivos na ALERJ, Marco Figueiredo consolidou sua imagem como liderança estadual capaz de transformar ideias em políticas públicas. Sua atuação atual busca garantir que o novo governo estadual assuma compromissos claros com a infraestrutura turística, colocando a Região dos Lagos como referência nacional em qualidade e sustentabilidade.


Dia Mundial do Paciente Transplantado: pesquisa revela medo e desinformação como inimigos da doação de órgãos no Brasil


Poucos sabem, mas o Brasil abriga o maior sistema público de transplantes do mundo, no qual o Sistema Único de Saúde (SUS) financia entre 90% e 95% dos procedimentos[1]. O transplante de rim é a cirurgia de órgão sólido mais realizada no país, posicionando o Brasil em 4º lugar no ranking mundial em números absolutos, com cerca de 62 mil transplantes renais realizados entre os anos de 2014 e 2024[2]. Mantendo uma curva de crescimento consistente, o volume anual de cirurgias subiu de 6.208 em 2023 para 6.320 em 2024, culminando no recorde histórico de 6.697 transplantes de rim realizados em 20252.

Apesar da evolução no número de procedimentos, a disparidade entre a oferta de órgãos e a demanda de pacientes elegíveis mantém a fila de espera sob forte pressão. Dados do Sistema Nacional de Transplantes apontam que, em 2025, a fila de pacientes aguardando um órgão ultrapassou a marca de 73 mil pessoas, das quais mais de 38 mil aguardam especificamente por um rim2. Além disso, o acesso ao tratamento expõe fortes desigualdades regionais no país: enquanto a Região Sul lidera os indicadores com uma taxa superior a 45 transplantes renais por milhão de habitantes (pmp), a Região Norte, afetada pela menor concentração de centros especializados e especialistas, registra uma taxa de apenas 8,9 pmp[3].

Desafios da doação começam com o doador

Em observação ao Dia Mundial do Paciente Transplantado, celebrado anualmente em 6 de junho, a Vantive, empresa de soluções e tratamentos para órgãos vitais, traz um dado preocupante: quase 3 em cada 10 brasileiros (28,5%) nunca sequer consideraram a doação de órgãos, enquanto uma parcela significativa (26%) pensou, mas não conversou com a família sobre o assunto.

A principal barreira para a decisão de se tornar um doador, segundo 46% dos entrevistados, é a "falta de informação sobre como funciona a doação". Outros fatores relevantes incluem o medo de que o corpo não seja tratado com respeito (12,1%) e a desconfiança sobre a venda de órgãos (10,6%). Esses dados sublinham como a desinformação e os receios inibem um ato que pode salvar vidas, evidenciando a necessidade de campanhas claras e transparentes.

Como empresa comprometida em prolongar vidas e ampliar as possibilidades para pacientes e equipes de saúde por meio do cuidado renal e da melhoria dos resultados para os pacientes, a Vantive apoia iniciativas que promovem a conscientização, a prevenção e a tomada de decisões informadas. Nesse contexto, a companhia encomendou uma pesquisa nacional, conduzida de forma independente pela Brazil Panels, para melhor compreender as percepções e comportamentos do público em relação à saúde renal e à doação de órgãos. Os resultados revelam importantes lacunas de conhecimento que podem afetar os esforços de prevenção, o diagnóstico precoce e a adesão aos processos de doação de órgãos.

Conhecimento limitado sobre saúde renal

O relatório também mostra um preocupante desconhecimento sobre a saúde dos rins e exames cruciais para a detecção precoce de doenças renais. Embora a maioria da população associe corretamente a filtragem de sangue e a remoção de toxinas como a principal função dos rins (81%), outras funções vitais são amplamente ignoradas, e quase 30% dos entrevistados não sabem identificar nenhum sinal de alerta de problemas renais.

A ligação entre doenças crônicas e a saúde renal é um ponto crítico. Hipertensão (26,5%) e diabetes (15,8%) são condições de saúde frequentemente relatadas pelos brasileiros, sendo fatores de risco diretos para o desenvolvimento de doenças renais. Contudo, apenas 23,3% da população associa a pressão alta a problemas renais.

Além disso, o sedentarismo é um comportamento predominante, com 39,1% dos brasileiros não praticando nenhuma atividade física semanal, contribuindo para o agravamento dessas condições. A pesquisa destaca que problemas renais são duas vezes mais presentes no histórico familiar (15,7%) do que na experiência direta dos entrevistados, reforçando a importância da prevenção.

Um dos achados mais impactantes do levantamento revela que o principal receio dos brasileiros em relação à saúde não é o tratamento em si, mas a possibilidade de descobrir algo grave. Nada menos que 60,6% dos entrevistados expressam o medo de um diagnóstico sério, transformando essa apreensão em um dos maiores obstáculos à busca por cuidados preventivos e exames de rotina.

“Essa barreira emocional é um fator crítico que alimenta a procrastinação em saúde, impedindo que muitos procurem ajuda antes que as condições se agravem. Entender e abordar esse medo é fundamental para incentivar uma cultura de prevenção mais eficaz”, explica Dra. Arcângela Valle, gerente médica sênior da Vantive Latam. “Os resultados da pesquisa são um chamado à ação. Ao apoiar iniciativas que ampliam a conscientização e a compreensão sobre a saúde renal, podemos ajudar as pessoas a tomar decisões informadas mais cedo. O desafio é transformar o medo em ação, a informação em decisão e a prevenção em hábito.”

Sobre a Pesquisa

A pesquisa foi conduzida pela Brazil Panels com apoio da Vantive em março de 2026, com 2.000 entrevistados de todas as regiões do Brasil, distribuídos por diferentes faixas etárias e condições socioeconômicas. O estudo teve como objetivo compreender o nível de conhecimento, percepções, comportamentos e atitudes da população brasileira em relação à saúde renal, prevenção de doenças dos rins e realização de exames preventivos. A pesquisa foi conduzida por empresa de pesquisa independente sob contrato formal, utilizando respostas anonimizadas e processos desenhados para conformidade com as normas de privacidade aplicáveis. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança.

“Ficou gag”? Entenda as principais gírias usadas pelas novas gerações


As redes sociais transformaram não apenas a forma como os jovens se relacionam, mas também a maneira como falam, escrevem e constroem vínculos. Termos como “delulu”, “farmar aura”, “tankar” e “cringe” passaram a fazer parte do cotidiano de adolescentes e jovens adultos, especialmente entre integrantes das gerações Z, nascidos entre 1995 e 2010, e Alpha, nascidos a partir de 2011. Muito além de modismos passageiros, essas expressões revelam tendências culturais, referências digitais e mecanismos de identificação social que ajudam a marcar pertencimento entre grupos.

Para Rodrigo Cunha, professor de Computer Science e Digital Literacy da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo (SP), as gírias usadas pelos jovens revelam muito mais do que modismos passageiros. “Elas funcionam como códigos culturais de pertencimento e identidade dentro dos ambientes digitais. Muitas surgem em memes, vídeos curtos, jogos e comunidades online, circulando rapidamente entre idiomas e plataformas”.

Na opinião do docente, a escola pode transformar esse tema em oportunidade pedagógica para discutir cidadania digital, respeito, contexto e responsabilidade. “A mesma expressão pode ser divertida entre amigos, inadequada em um ambiente formal ou ofensiva dependendo da forma como é usada. Entender essas expressões é também entender a cultura digital em que os estudantes estão inseridos. O mais importante é ajudar os alunos a refletirem sobre como a linguagem circula na internet, como determinados comportamentos viralizam e como a comunicação digital pode aproximar, excluir, influenciar ou gerar conflitos”, afirma Rodrigo.

Segundo Thiago Silverio Barbosa, professor de Língua Portuguesa da Escola Internacional de Alphaville, de Barueri (SP), o uso dessas gírias também funciona como um processo de reconhecimento entre os próprios jovens. Assim como acontecia com os “cadernos de perguntas” e abreviações de palavras no antigo bate-papo do MSN nos anos 2000, as expressões atuais ajudam a criar uma sensação de pertencimento geracional. “Toda geração cria seus próprios símbolos de comunicação. Antes eram os emoticons, o internetês ou até as agendas recheadas de códigos e apelidos. Hoje, as gírias das redes sociais cumprem esse mesmo papel de aproximação e identificação”, afirma.

Muitas expressões que já foram vistas com estranhamento no passado acabaram incorporadas ao vocabulário cotidiano e até aos dicionários. Segundo o professor de português do Brazilian International School (BIS), de São Paulo (SP), Lino Gonzaga de Oliveira, as línguas estão em constante transformação, e a incorporação de novas palavras faz parte de um processo natural da comunicação humana. “Existe um preconceito histórico contra as gírias, como se elas empobrecessem a língua, mas isso não corresponde à realidade. A linguagem é viva, dinâmica e acompanha as mudanças sociais. As gírias revelam criatividade, contexto cultural e formas legítimas de expressão”, observa o docente.

Além disso, compreender o universo linguístico dos adolescentes também pode ajudar famílias a estreitarem relações e reduzirem choques geracionais. Em vez de ridicularizar ou ignorar essas expressões, pais, responsáveis e escolas podem tornar a curiosidade uma ferramenta de aproximação. “Quando os adultos demonstram interesse genuíno pela forma como os jovens se comunicam, eles criam pontes importantes de diálogo. Entender as gírias não significa tentar ‘virar adolescente’, mas sim reconhecer que a linguagem também é uma forma de afeto, pertencimento e construção de identidade”, diz Carolina Alvarenga, orientadora educacional do Ensino Médio do colégio Progresso Bilíngue de Campinas (SP).

Glossário: principais gírias usadas pelas novas gerações

A seguir, os docentes elencam as gírias mais comuns entre os jovens e explicam os significados de cada uma.

10/10: algo perfeito ou excelente. “O restaurante foi experiência 10/10.”

Aesthetic: estética visual harmoniosa e bem definida. “O quarto dela tem uma aesthetic bem minimalista.”

Aff, veyr: expressão de irritação ou impaciência. “Aff, veyr, perdi o ônibus de novo.”

Aura / Farmar aura: construir uma imagem admirável ou ganhar respeito social. “Chegar de moto na escola foi pra farmar aura.”

Baddie: pessoa muito estilosa, bonita e confiante. “Ela chegou toda produzida, maior baddie.”

Bait: conteúdo feito para provocar ou enganar pessoas. “O título era bait só pra ganhar clique.”

Bapho: situação chocante ou cheia de repercussão. “Você viu o bapho que aconteceu na festa?”

Based: pessoa autêntica e segura das próprias opiniões. “Ela falou o que pensa sem medo, muito based.”

Bed rot: passar muito tempo deitado sem energia. “Depois da semana puxada, ele ficou no bed rot o domingo inteiro.”

Biscoito / biscoiteiro: pessoa buscando elogios ou validação. “Postou foto triste só pra ganhar biscoito.”

Boomer: pessoa mais velha ou com mentalidade considerada ultrapassada. “Meu pai reclamando do Wi-Fi foi muito boomer.”

Brainrot: obsessão exagerada por um tema ou tendência. “Ela tá com brainrot daquela série.”

Catfish: pessoa que cria identidade falsa na internet. “Ela descobriu que estava conversando com um catfish.”

Clean girl: estilo minimalista e sofisticado, muito associado a influencers de beleza. “Ela adotou o visual clean girl com maquiagem leve.”

Cooked: estar em situação complicada. “Sem estudar pra prova? Você tá cooked.”

Coringar: tem origem no filme “Coringa”, e significa surtar ou perder o controle emociona. “Depois de tantas provas na semana, ela começou a coringar.”

CPA: abreviação de “se pá”, expressão usada para indicar possibilidade, dúvida ou algo que talvez aconteça. “CPA eu vá no rolê mais tarde.”

Crash out: explodir emocionalmente ou perder o controle. “Depois da discussão, ele deu um crash out.”

Cringe: algo considerado vergonhoso, antigo ou fora de sintonia com os jovens. “Mandar áudio de cinco minutos no grupo é cringe.”

Cunty: pessoa extremamente estilosa, ousada e confiante. “O visual dela tava muito cunty na festa.”

Deixa ele(a) cozinhar: deixar a pessoa desenvolver uma ideia que pode dar certo. “A estratégia parece estranha, mas deixa ele cozinhar.”

Delulu: pessoa iludida ou que cria fantasias irreais. “Ele acha que vai namorar a cantora famosa? Tá muito delulu.”

Dix: conta privada no Instagram para amigos próximos. “Ela postou no dix, então só os íntimos viram.”

Drop / dropar: lançar algo, “A cantora vai dropar álbum novo amanhã”; ou abandonar algo, “Ele começou três séries ao mesmo tempo, mas acabou dropando todas.”

Dump: sequência de fotos aleatórias postadas nas redes sociais. “Ela fez um dump com fotos da viagem.”

Era: fase específica de algo ou alguém, comportamento ou personalidade. “A era fitness chegou para ele.”

Fail: indica fracasso ou erro. “A tentativa de surpresa foi um fail completo.”

Fanfic / Fic: história inventada, exagerada ou improvável. “Essa história parece muito fanfic de internet.”

Flop / Flopar: algo que fracassou, não fez sucesso ou teve pouca repercussão. “Ela passou horas editando o vídeo, mas flopou e quase ninguém curtiu.”

Foi de arrasta: algo acabou ou deu muito errado. “O celular caiu na piscina e foi de arrasta.”

FOMO (Fear of Missing Out): medo de ficar de fora de algo importante. “Ele saiu mesmo cansado porque bateu FOMO vendo os amigos no rolê.”

Gado demais: pessoa apaixonada; que age de forma excessivamente obediente, sem senso crítico; ou que idolatra algo ou alguém cegamente. “Ele cancelou tudo por causa dela. Gado demais.”

Gag / Gag de la gag: algo extremamente chocante, surpreendente ou impressionante. “Quando ela apareceu com aquela roupa na festa todo mundo ficou gag.”

Goat: o melhor de todos em determinada área. “Pra muita gente, ele é o GOAT do futebol.”

Hablar: falar verdades ou se posicionar fortemente. “Ela resolveu hablar sobre o assunto.”

Hitar: fazer sucesso rapidamente. “A música hitou no TikTok.”

Hype: grande expectativa ou popularidade. “O filme criou muito hype antes da estreia.”

Iconic: algo muito marcante ou memorável. “Aquela cena virou iconic na internet.”

Jantou: quando alguém vence uma discussão com argumentos fortes. “Ela respondeu tão bem que simplesmente jantou o oponente.”

JOMO (Joy of Missing Out): sensação boa de ficar em casa e perder eventos sem culpa. “Todo mundo foi pra festa, mas ela preferiu descansar. Puro JOMO.”

Juro: expressão usada para reforçar sinceridade ou surpresa. “Juro que vi isso acontecer.”

Lacre: algo muito impactante ou impressionante. “A resposta dela foi um verdadeiro lacre.”

Looksmaxxing: tentativa de melhorar ao máximo a aparência. “Ele começou academia e skincare no projeto looksmaxxing.”

Lowkey: algo dito de forma discreta, sem querer chamar muita atenção ou sem demonstrar tanta intensidade. Também pode indicar uma opinião “meio escondida”. “Lowkey, eu gostei mais da primeira opção, mas não queria contrariar o grupo.”

Moggar: superar alguém visualmente ou socialmente. “Ele chegou tão arrumado que moggou todo mundo.”

Mood: algo com que alguém se identifica emocionalmente. “Essa frase é muito meu mood hoje.”

Nerfar: reduzir a força, relevância ou desempenho de algo. “Atualizaram o jogo e nerfaram o personagem.”

No cap: algo dito sem mentira; falando sério. “No cap, foi o melhor show que já vi.”

NPC: pessoa considerada sem personalidade ou muito automática. “Ele só repete as mesmas frases, parece um NPC.”

Old: ultrapassado ou fora de moda. “Usar essa rede social já é meio old.”

Peak: o auge ou melhor momento de algo ou alguém. “Esse foi o peak da carreira dele.”

Pick me: pessoa que busca atenção ou aprovação o tempo todo. “Ficar se diminuindo pra ganhar elogio é muito pick me.”

Plot: reviravolta inesperada. “O plot da história foi descobrir que eles já se conheciam.”

Pookie: apelido carinhoso e fofo. “Boa noite, pookie.”

POV (Point Of View): conteúdo apresentado de um ponto de vista específico. Termo usando nas redes sociais para colocar o espectador dentro de uma cena, simulando como seria enxergar uma situação pelos olhos de outra pessoa. “POV: você esqueceu o trabalho em casa no dia da entrega.”

PPRT: “papo reto”; falar algo verdadeiro e direto. “PPRT, você precisa descansar mais.”

Red Flag: sinal de alerta sobre comportamento problemático. “Demorar dias pra responder mensagem é red flag pra muita gente.”

Rizz: charme ou habilidade para conquistar alguém. “Ele tem muito rizz, conversa com todo mundo.”

Serviu: entregou algo muito bom ou impressionante. “O cantor serviu vocais no show.”

Sigma: pessoa independente e autoconfiante. “Ele prefere ficar sozinho e focado nos objetivos, bem sigma.”

Situationship: relação sem definição clara entre amizade e namoro. Um mix do inglês “situation” (situação) e “relationship” (relacionamento). “Eles saem juntos há meses, mas seguem numa situationship.”

Slay: arrasar ou se destacar positivamente. “Ela slayou muito na apresentação.”

Soft block: forma discreta de afastar alguém nas redes sociais, como remover dos seguidores sem bloquear oficialmente. “Ela deu soft block depois da discussão.”

Tankar: suportar ou aguentar determinada situação. “Não consigo tankar três horas dessa aula sem intervalo.”

Tilt: ficar irritado ou perder a paciência. “O jogo travou de novo e ele tiltou.”

Trend: tendência viral nas redes sociais. “Todo mundo entrou na trend da semana.”

Vanilla / basic: algo comum, previsível ou sem originalidade. “Pedir sempre o mesmo sabor é meio vanilla.”

Yapping: falar demais sem parar. “Ele ficou duas horas yapping sobre o jogo.”

Os especialistas

Carolina Alvarenga é pedagoga formada pela UNICAMP, com trajetória de 12 anos na área da Educação, construindo uma experiência ampla e consistente em todos os segmentos escolares, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Com experiência em gestão educacional desde 2022, já ocupou cargos de coordenação e orientação em diferentes etapas da educação básica, desenvolvendo um trabalho pautado no cuidado, no desenvolvimento integral dos estudantes e na construção de uma cultura escolar forte e acolhedora. Atualmente, exerce a função de orientadora educacional do Ensino Médio no Colégio Progresso Bilíngue, e de Líder de Salvaguarda da instituição, contribuindo para a formação acadêmica e socioemocional dos estudantes, além da promoção de um ambiente escolar seguro, ético e humanizado.

Lino Gonzaga de Oliveira é graduado em Letras com habilitação em Português, e possui pós-graduação em Língua Portuguesa e Literatura e em Psicopedagogia. Atua há vinte e três anos na área educacional, tendo experiência como docente para o Ensino Fundamental, Médio e Ensino Superior.

Rodrigo Cunha é professor de Computer Science e Digital Literacy na Escola Bilíngue Aubrick (SP). Formado em Análise de Sistemas, com pós-graduação em Machine Learning, atua na integração entre tecnologia, pensamento crítico e formação ética no ambiente escolar. Possui experiência em transformação digital, incluindo vivência internacional de 15 anos na África do Sul, e já atuou como coordenador do curso de Desenvolvimento de Sistemas na Escola Técnica Estadual de São Paulo. Entusiasta da educação digital, desenvolve projetos que conectam pensamento computacional, inteligência artificial e cidadania digital, preparando estudantes para uma atuação crítica, segura e responsável em um cenário de abundância de dados e rápida evolução tecnológica.

Thiago Silvério Barbosa é mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), onde atuou como bolsista CAPES, e graduado em Letras pela mesma instituição. Com 16 anos de experiência docente, atualmente leciona Língua Portuguesa e Convivência Ética na Escola Internacional de Alphaville. Sua trajetória é marcada pela versatilidade pedagógica, incluindo passagens por cursos pré-vestibulares e preparatórios para o Enem. No campo da pesquisa, integra o grupo "Psicanálise e Teoria Crítica: Teorias da Subjetivação" (CEBRAP/Núcleo Direito e Democracia). Complementando sua formação interdisciplinar, possui especialização em Psicanálise e Análise do Cotidiano pela PUC-SP, além de formação clínica em Psicanálise.


7 dicas para proteger os pets do estresse causado pelo barulho das comemorações dos jogos

Por terem audição muito mais sensível que a dos humanos, cães e gatos sofrem com os ruídos das festas e fogos de artifício. Saiba como amenizar o medo e ansiedade e evitar que eles se envolvam em acidentes durante os eventos esportivos

Foto: Imagem gerada por IA (OpenAI/ChatGPT)
Os jogos de futebol costumam mobilizar torcedores em todo o país, com festas, buzinaços, fogos de artifício e comemorações barulhentas a cada gol. Para cães e gatos, no entanto, estes são dias de insegurança e bastante estresse. O excesso de ruídos, somado à movimentação intensa nas casas e ruas, pode provocar crises de ansiedade e até colocar a saúde deles em risco.

1. Prepare um ambiente seguro e silencioso

Antes do início das partidas, o ideal é deixar o pet em um cômodo mais tranquilo da casa, longe da televisão em volume alto e do excesso de movimentação. Fechar portas, janelas e cortinas ajuda a reduzir tanto os ruídos externos quanto os flashes dos fogos.Música suave, televisão em volume moderado, ventiladores ou ruídos brancos podem ajudar a mascarar os sons repentinos dos fogos e gritos.

Muitos cães e gatos procuram espontaneamente locais menores e fechados para se sentirem protegidos. O responsável não deve tirar o animal do esconderijo, já que isso pode aumentar a sensação de insegurança. Também é importante deixá-los livres, sem prender na coleira.

Cobertores, brinquedos e caminhas com o cheiro do próprio animal ajudam a transmitir a sensação de proteção em momentos de estresse.Alguns pets se sentem bem com protetores auriculares e feromônios sintéticos (liberados por meio de um difusor elétrico)

6. Evite deixá-lo sozinho

A presença do responsável ajuda a tranquilizar o pet, principalmente nos momentos de maior agitação e comemoração. Não se deve mostrar indiferença ao comportamento de medo, nem punir ou forçar contato. Apenas se mantenha perto. Se ele quiser interagir, desvie o foco e brinque, para que o barulho seja associado a uma atividade divertida

7. Reforce a segurança da casa para evitar fugas

É importante verificar portões, telas, portas e janelas antes dos jogos.“Os pets possuem audição muito mais sensível do que a humana, o que faz com que sons altos e repentinos sejam percebidos com mais intensidade. Esses estímulos sonoros geram sofrimento emocional, pois eles associam sons altos e inesperados a perigo”, explica Cintia Ghorayeb, especialista do Veros Hospital Veterinário.

Os sinais de medo e ansiedade variam: alguns pets apresentam tremor, ofegação ou salivação excessiva. Enquanto uns se escondem embaixo de móveis em postura encolhida, outros ficam inquietos, vocalizam mais do que o normal ou tentam fugir. “O estresse pode desencadear comportamentos agressivos, hipervigilância, perda de apetite, vômito e eliminação de fezes e urina. A saúde também pode ser impactada, com aumento da pressão arterial, taquicardia, crises respiratórias e episódios convulsivos, especialmente em animais idosos ou com doenças cardíacas e neurológicas”, destaca Cintia.

Em pânico, os bichinhos podem ter reações inesperadas. Ao tentar fugir, muitos ficam presos em portas, portões e janelas; quebram objetos e se cortam ou ferem. Se escapam para a rua, há os riscos de atropelamento e comprometimento da audição, caso o fogo de artifício estoure muito próximo a ele. Para garantir a segurança e bem-estar do seu pet, adote as seguintes medidas de acolhimento e prevenção:

2. Use sons ambientes para abafar os barulhos externos

3. Deixe o pet escolher onde quer ficar

4. Mantenha objetos familiares por perto

5. Use produtos específicos para aumentar o conforto

Em casos de medo intenso, o acompanhamento veterinário é fundamental. Alguns animais podem precisar de treinamento comportamental para adaptação gradual a sons ou até medicações específicas para controle da ansiedade. “O uso de calmantes nunca deve ser feito sem orientação profissional. Alguns medicamentos podem causar efeitos adversos importantes e mascarar o sofrimento sem realmente reduzir o medo”, alerta Cintia Ghorayeb.

State Grid leva projeto Braços Abertos de corridas de rua a novos territórios


Em 2026, o Projeto Braços Abertos ganha um novo capítulo com a chegada da State Grid, uma das maiores empresas de energia do mundo, como parceira da iniciativa idealizada pela X3M. Com 14 anos de história, o projeto se consolidou como uma plataforma de transformação social que utiliza a corrida como ponto de partida para algo maior: gerar acesso, criar oportunidades e chegar a territórios onde poucos chegam.

A entrada da State Grid acontece de forma estruturada, com presença em duas etapas do circuito — no Rio de Janeiro e no Maranhão — ampliando o alcance do projeto e reforçando um compromisso que vai além de uma ação pontual. É um movimento de investimento contínuo em impacto social, com capilaridade e consistência.

O gestor de projetos sociais da State Grid Brazil Holding (SGBH), Pedro Torres, conta que a realização da Braços Abertos no município de Graça Aranha é uma forma da empresa contribuir diretamente com a comunidade local para além da sua atuação no setor elétrico nacional. Segundo Pedro, com a chegada da Graça Aranha Transmissora de Energia (GATE) ao interior do Maranhão, chegam também as contribuições para o desenvolvimento socioeconômico da região.

"Para a SGBH, levar a Braços Abertos pela primeira vez para fora do Estado do Rio traduz bem a vocação da empresa de levar saúde e bem-estar a qualquer lugar onde atua, seja em grandes centros urbanos ou nos lugares mais remotos. Nossa ideia é promover cada vez iniciativas como a Braços Abertos e outros projetos sociais para Graça Aranha, que está acolhendo um projeto tão importante para o setor elétrico nacional", comenta Pedro Torres.

Essa expansão ganha ainda mais relevância com a chegada inédita ao Maranhão. Pela primeira vez fora do Rio de Janeiro, o projeto em Graça Aranha, se conecta também ao início das operações da empresa na região. Mais do que uma nova praça, trata-se de um alinhamento direto entre atuação empresarial e transformação social nos territórios onde a companhia está presente.

Ao longo de sua trajetória, o Braços Abertos construiu sua relevância justamente por ocupar espaços negligenciados e criar oportunidades reais, levando o esporte como ferramenta de conexão e mudança.

Agora, com a chegada da State Grid , o projeto amplia sua escala sem perder sua essência: chegar onde quase ninguém chega — e fazer diferença de verdade. “O Braços Abertos é um projeto que a gente construiu ao longo de 14 anos com um olhar muito claro: usar o esporte como ferramenta de transformação e chegar aonde poucos chegam. A entrada da State Grid potencializa essa missão, permitindo que a gente amplie a escala sem perder a essência e aprofunde o impacto nos territórios.”, diz Bernardo Fonseca, fundador e CEO da X3M.

ENEL Rio prepara operação especial para Copa do Mundo


A Enel Rio preparou uma operação especial para a sua área de concessão durante a Copa do Mundo Fifa 2026. Antes mesmo de o torneio começar, a empresa reforçou manutenções preventivas e inspeções na rede para preparar o sistema para o aumento de demanda durante os dias de competição. Além disso, a distribuidora montou um esquema especial para os dias de jogos da seleção brasileira, que inclui reforço de equipes. 

A empresa ainda manterá, por prevenção, subestações móveis à disposição dos 66 municípios da sua área de concessão. Os equipamentos poderão ser utilizados em situações de emergência, como backup, caso alguma subestação fixa seja impactada. Uma das principais vantagens da subestação móvel é permitir que os reparos sejam realizados, em caso de ocorrências pontuais, sem impacto para os clientes.

Nos três dias de jogos da seleção brasileira na primeira fase (13, 19 e 24 de junho), os profissionais da Enel Rio estarão a postos, tanto nas bases operacionais quanto no Centro de Operações da empresa, para normalizar o fornecimento de energia no menor tempo possível em casos de pontuais eventualidades. O plano de mobilização inclui ainda a utilização de geradores, em casos emergenciais.

Além disso, o Sistema de Monitoramento e Alerta da empresa fornece informação em tempo real sobre as condições meteorológicas de todo o estado, permitindo que as equipes tomem decisões rápidas e eficazes, em caso de mudanças bruscas no tempo.

Vai fazer uma reunião ou um evento para assistir aos jogos da Copa do Mundo? Se ligue nessas dicas:

·         Faça uma revisão, com profissional qualificado, das instalações elétricas da sua residência ou do seu estabelecimento comercial;

·         Em casa, não instale enfeites próximos de lâmpadas, de tomadas, do quadro de energia e do medidor;

·         Se for instalar uma antena para assistir aos jogos, contrate um profissional especializado e respeite a distância segura da rede elétrica, pelo menos 3 metros;

·         Evite sobrecarregar tomadas usando benjamins ou extensões. Se puder, contrate um eletricista para fazer a instalação de novas tomadas;

·         Nunca deixe aparelhos eletrônicos próximos de áreas molhadas;

·         Na rua, não coloque enfeites em postes ou equipamentos da rede elétrica;

·         Mantenha os enfeites de rua distantes da rede elétrica;

·         Não utilize arames metálicos em bandeirinhas;

·         Se for necessária uma ligação provisória na sua residência ou estabelecimento comercial, solicite com antecedência à Enel Rio;

·         Nunca realize ligações de energia improvisadas ou clandestinas.

domingo, 7 de junho de 2026

83% dos brasileiros já deixaram de comprar produtos sustentáveis por considerarem o preço elevado, revela Serasa


Muitos brasileiros já entendem que sustentabilidade e economia doméstica caminham juntas. Um levantamento realizado pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box revela que 97% acreditam que práticas sustentáveis ajudam a economizar dinheiro. Ao mesmo tempo, os dados divulgados na semana do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, mostram que transformar essa consciência em consumo ainda é um desafio: 83% já deixaram de comprar produtos sustentáveis por considerarem o preço elevado.

A preocupação ambiental está cada vez mais presente na rotina da população. Segundo o levantamento, 83% dos brasileiros afirmam se preocupar com sustentabilidade no dia a dia e com o impacto ambiental que deixarão para as próximas gerações. A pesquisa também revela que a sustentabilidade já influencia o consumo para 85% que afirmam considerar critérios ambientais ao tomar decisões de consumo.

No entanto, apesar da crescente consciência ambiental, a acessibilidade financeira continua sendo uma barreira importante: oito em cada dez brasileiros (83%) já deixaram de comprar um produto sustentável por considerarem o preço elevado e 71% afirmam sentir culpa por isso. Além disso, 31% dizem não estar dispostos a pagar mais caro por essas opções.

“Percebemos que existe uma preocupação crescente dos consumidores em adotar hábitos mais conscientes e alinhados à preservação ambiental", afirma Aline Vieira, especialista da Serasa em educação financeira. "Mas, para que essas escolhas façam parte da rotina, elas precisam caber no orçamento das famílias, já que o fator financeiro ainda tem grande influência na decisão de compra."

O estudo também aponta outros obstáculos para a adoção de hábitos mais sustentáveis. A principal delas é a falta de informação, apontada por 74% dos entrevistados, enquanto 47% acreditam que algumas ações que dizem ser sustentáveis exigem mais esforço do que retorno prático.

Mesmo diante dessas dificuldades, a preocupação ambiental segue influenciando o consumo. Segundo a pesquisa, 65% dos brasileiros já deixaram de comprar algum produto por considerá-lo prejudicial ao meio ambiente.

Economia doméstica impulsiona hábitos sustentáveis

Embora a principal motivação para adoção de práticas sustentáveis ainda seja a preocupação com o planeta (51%), a economia financeira já aparece como segundo maior fator de incentivo, mencionada por 26% dos entrevistados.

Entre os 97% dos brasileiros que associam sustentabilidade à economia, 43% dizem que o impacto dessas atitudes é muito relevante no orçamento e faz diferença no fim do mês – as ações mais associadas à economia são apagar luzes e desligar aparelhos (30%) e evitar desperdício de alimentos (29%).

“Quando práticas sustentáveis também ajudam a economizar dinheiro dentro de casa, elas se tornam mais acessíveis e presentes no dia a dia das pessoas. O desafio está justamente em ampliar o acesso à informação e mostrar que pequenas mudanças de hábito podem trazer benefícios tanto para o meio ambiente quanto para o orçamento familiar”, explica a especialista.

Upcycling: oportunidade sustentável de renda extra

Além da economia que é possível ter através de hábitos mais conscientes, algumas práticas também podem contribuir para complementar a renda familiar, como o  upcycling.

Diferentemente da reciclagem tradicional, o upcycling incentiva a transformação criativa de materiais descartados em novos produtos de valor, promovendo benefícios ambientais e econômicos. Essa abordagem não apenas reduz a geração de resíduos e pode estimular a economia doméstica, a criatividade e a geração de renda.

Para apoiar quem busca economizar e aumentar a renda de maneira mais consciente, a Serasa disponibiliza, em seu hub de conteúdo Serasa Ensina, materiais com dicas de práticas sustentáveis para conquistar dinheiro extra. Os conteúdos podem ser acessados aqui ou neste link

Metodologia

Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box, ouvindo 1.369 pessoas entre os dias 13 e 25 de maio de 2026. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais.