quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Há mais de duas décadas, Marco Figueiredo já defendia o uso racional da água como política pública para o Estado do Rio de Janeiro


Lei de autoria de Marco Figueiredo instituiu o Programa de Uso Racional da Água e antecipou um debate que hoje é prioridade diante das mudanças climáticas, do crescimento urbano e da necessidade de preservar os recursos hídricos

A água é um dos recursos naturais mais importantes para a vida, para o desenvolvimento econômico e para a sustentabilidade. Em um cenário de crescimento populacional, mudanças climáticas e aumento da demanda por abastecimento, utilizar esse recurso de forma consciente tornou-se um dos maiores desafios das administrações públicas.

 

Muito antes de essa discussão ganhar destaque nacional, o então deputado estadual Marco Figueiredo apresentou na Assembleia Legislativa um projeto que resultou na Lei Estadual nº 4.397/2004, criando o Programa de Uso Racional da Água no Estado do Rio de Janeiro.

 

A proposta estabeleceu diretrizes para estimular o consumo consciente, reduzir desperdícios e promover uma cultura de preservação dos recursos hídricos, reforçando a importância da educação ambiental e da responsabilidade coletiva.

"Quando apresentamos essa lei, já entendíamos que a água precisava deixar de ser vista como um recurso inesgotável. Preservar hoje significa garantir qualidade de vida para as próximas gerações."

Uma política pública à frente do seu tempo

No início dos anos 2000, o debate sobre segurança hídrica ainda era pouco presente nas políticas públicas brasileiras. Mesmo assim, Marco Figueiredo defendeu que o Estado precisava criar mecanismos permanentes para incentivar o uso racional da água em órgãos públicos, instituições e na sociedade.

 

A iniciativa buscava estimular mudanças de comportamento e fortalecer ações educativas voltadas à preservação dos recursos naturais, demonstrando que pequenas atitudes podem produzir grandes resultados quando incorporadas ao cotidiano da população.

Segundo Marco, políticas de conscientização são tão importantes quanto os investimentos em infraestrutura.

Preservar a água é proteger o futur

Marco Figueiredo destaca que o crescimento das cidades exige planejamento para garantir o abastecimento e proteger mananciais, rios, lagoas e aquíferos.

Na avaliação do candidato, preservar os recursos hídricos significa proteger a saúde pública, fortalecer a agricultura, garantir segurança para o abastecimento urbano e preservar atividades econômicas que dependem diretamente da qualidade da água.

"O desenvolvimento sustentável começa pela preservação dos recursos naturais. Sem água de qualidade não existe saúde, produção, turismo nem qualidade de vida."

Um tema estratégico para a Região dos Lagos

A defesa do uso racional da água ganha ainda mais importância em regiões como a Região dos Lagos, onde o abastecimento da população, o turismo, a pesca artesanal e o equilíbrio ambiental dependem diretamente da preservação dos recursos hídricos.

Lagoas, praias, áreas de preservação e ecossistemas costeiros fazem parte do patrimônio natural da região e precisam ser protegidos por políticas públicas permanentes.

Marco defende que o Estado amplie ações de educação ambiental, invista na recuperação de corpos hídricos e fortaleça projetos voltados ao uso consciente da água.

Educação ambiental como ferramenta de transformação

Para Marco Figueiredo, formar uma cultura de preservação é tão importante quanto realizar obras de infraestrutura.

Ele defende que escolas, universidades, empresas e órgãos públicos atuem de forma integrada para incentivar práticas sustentáveis, reduzir desperdícios e ampliar a conscientização sobre a importância da água.

Segundo o candidato, a educação ambiental deve ser permanente e fazer parte da formação das novas gerações.

 

"Quando ensinamos uma criança a preservar a água, estamos construindo uma sociedade mais responsável e preparada para enfrentar os desafios do futuro."

Sustentabilidade e desenvolvimento caminham juntos

Marco acredita que o crescimento econômico precisa ser acompanhado por políticas ambientais responsáveis.

 

Na sua avaliação, investir em saneamento básico, combate às perdas nos sistemas de abastecimento, reaproveitamento de água e proteção dos mananciais representa uma estratégia fundamental para garantir desenvolvimento sustentável.


Segundo ele, preservar os recursos naturais não significa impedir o crescimento, mas assegurar que ele aconteça de forma planejada e responsável.

Um legado que permanece atual

Mais de vinte anos após a criação do Programa de Uso Racional da Água, Marco Figueiredo considera que a iniciativa continua extremamente atual.

As discussões sobre segurança hídrica, mudanças climáticas e sustentabilidade reforçam a importância de políticas públicas capazes de conciliar desenvolvimento econômico com preservação ambiental.

Para o candidato, leis que incentivam o consumo consciente representam investimentos no futuro do Estado do Rio de Janeiro.

"A boa política pública é aquela que continua fazendo sentido muitos anos depois de ser criada. O uso racional da água deixou de ser uma opção e se tornou uma necessidade para garantir qualidade de vida às futuras gerações."

Ao destacar a Lei Estadual nº 4.397/2004, que instituiu o Programa de Uso Racional da Água, Marco Figueiredo reafirma uma das marcas de sua trajetória legislativa: a elaboração de políticas públicas com visão de futuro. Para o candidato a deputado estadual, preservar os recursos hídricos é proteger a saúde, fortalecer o desenvolvimento sustentável e garantir que o Estado do Rio de Janeiro esteja preparado para enfrentar os desafios ambientais das próximas décadas.

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